2009/11/24



ESCALA PENTATÔNICA
: É uma escala de 5 sons usada no "ROCK" e alguns estilos de musica "Blues", sendo mais empregada como melodia.
Há três formas: Maior, Menor e Dominante.

ESCALA PENTATÔNICA MAIOR- É derivada do Círculo das Quintas no sentido horário, a partir da tônica.Exemplo Escala Pentatônica maior de DÓ= DÓ- SOL- RÉ- LÁ e MI
Quando as notas são ordenadas dentro de uma oitava, formam a sequência:
DÓ - RÉ- MI - SOL - LÁ
REGRA: Escrever a escala Maior e retirar os IV e VII Graus.

ESCALA PENTATÔNICA MENOR - É derivada do Círculo das Quintas, iniciando-se na Terça menor, no sentido horário.
Exemplo: Escala Pentatônica menor de DÓ= MIb - SIb - FÁ- DÓ - SOL
Ordenadas dentro de uma oitava= DÓ- MIb- FÁ- SOL- SIb
REGRA: Escrever a Escala Menor Natural sem os II e VI Graus ou notas do acorde menor com sétima mais o IV Grau.

ESCALA PENTATÔNICA DOMINANTE= Também derivada do Círculo das Quintas, como a pentatônica maior, exceto pelo VI, que é substituido pela sétima menor.
REGRA: Escrever a Escala Pentatônica Maior e substituir o VI grau pela sétima menor.


2009/11/03



As escalas pentatônicas são formadas por cinco notas. Há dois modos mais utilizados: um que suprime o 2º grau e o 6º grau da escala (lá – dó – ré – mi – sol) que corresponde ao modo menor; e outro que suprime o 4º grau e o 7º grau da escala (lá – si – dó# - mi – fá#) que corresponde ao modo maior. Existem ainda outras formas de escalas pentatônicas que serão vistas em outros estudos.


Pentatônica de dó:

dó - ré# - fá - sol - lá# - dó (s) (menor)

dó – ré – mi – sol – lá – dó (maior)

dó - mi - fá - sol - lá# -dó (maior com 7)


Pentatônica de ré:

ré - fá - sol - lá - dó - ré (menor)

ré – mi – fá# - lá – si – ré ( maior)

ré - fá# - sol - lá - dó - ré (maior com 7)


Pentatônica de mi:

mi - sol - lá - si - ré - mi (menor)

mi – fá# - sol# - si – dó# - mi (maior)

mi - sol# - lá - si - ré - mi (maior com 7)


Pentatônica de fá:

fá - sol# - lá# - dó - ré# - fá (menor)

fá – sol – lá – dó – ré – fá (maior)

fá - lá - lá# - dó - ré# - fá (maior com 7)


Pentatônica de sol:

sol - lá# - dó - ré - fá - sol (menor)

sol – lá – si – ré – mi – sol (maior)

sol - si - dó - ré -fá - sol (maior)


Pentatônica de lá:

lá - dó - ré - mi - sol - lá (menor)

lá – si – dó# - mi – fá# - lá (maior)

lá - dó# - ré - mi - sol - lá (maior)


Pentatônica de si:

si - ré - mi - fá# - lá - si (menor)

si - ré# -mi - fá# - lá - si (maior)


Pentatônica de fá#:

fá# - lá - si - dó# - mi - fá# - lá (menor)

fá# - lá# - si - dó# - mi - fá# (maior)


Pentatônica de dó#:

dó# - mi - fá# - sol# - si - dó# (menor)

dó# - fá - fá# - sol# - si - dó# (maior)



Pentatônica de ré#:

ré# - fá# - sol# - lá# - dó# - ré# (menor)

ré# - sol - sol# - lá# - dó# - ré# (maior)


Pentatônica de sol#:

sol# - si - dó# - ré# - fá# - sol# (menor)

sol# - dó - dó# - ré# - fá# - sol# (maior)


Pentatônica de lá#:

lá# - dó# - ré# - fá - sol# - lá# (menor)

lá# - ré - ré# - fá - sol# - lá# (maior)

2009/10/26


A guitarra elétrica é bem mais antiga do que muitos pensam, nasceu em 1930, uma velhinha charmosa de 77 anos (em 2007)! Historicamente é difícil precisar as origens deste instrumento que fascina multidões desde seu surgimento. Para quem pensa que a guitarra é uma simples evolução ou adaptação do violão, engana-se.

Nada muito exato, mas a teoria mais aceita é que a guitarra seja mesmo uma evolução de um instrumento espanhol de nome vihuela que também é evolução de outros instrumentos. Em outras línguas, como o inglês, não há distinção entre violão e guitarra. (Acoustic GUITAR, electric GUITAR) A nossa língua é uma das poucas que os distinguem.

A guitarra, a nascida em 1930, era obviamente muito diferente do que é hoje em dia, seu som não tinha muita expressão, era ruim e baixo... Foi aí que surgiram os captadores eletrônicos. Mas eram rudimentares e produzia um feedback infernal, em grande parte por causa do corpo acústico do instrumento, então entra em cena o grande Les Paul (sim, sua guitarra favorita tem esse nome por causa desse sujeito!) que simplesmente mudou para sempre os rumos da guitarra elétrica introduzindo o corpo maciço de madeira, que é como ela é conhecida até hoje. (Salvo, obviamente os instrumentos específicos construídos em corpo semi-acústico)

Em 1932 a Rickenbacker começa a produção de guitarras, sendo oficialmente a primeira guitarra elétrica comercializada. O nome do modelo era Electro Spanish. Quem nunca sonhou em ter uma Rickenbacker de som cristalino e brilhante?

Claro que não podemos esquecer de mencionar o senhor Clarence Leo Fender, responsável por criações memoráveis e eternas como a legendária Fender Stratocaster. Ícone absoluto. Talvez o modelo mais adotado por todos os guitar heros de várias gerações, de Jimi Hendrix a Eric Clapton, de Jeff Beck a Yngwie Malmsteen. Quem aqui não tem na cabeça com todos os detalhes a famosíssima cena de Hendrix ateando fogo em sua Strato?

Nosso instrumento ficou mais popular depois da segunda guerra e depois disso caiu na graça do povo nos anos 50 e 60. Hoje em dia, como disse um músico: “A guitarra é um acessório de moda.” Será?

Não sei, mas o clichê de dizer que guitarra é sinônimo de rebeldia, atitude e força musical são é pura verdade. Não tem outra não! Ou você acha que um DJ impressiona mais que um guitarrista debulhando uma simples pentatônica?.

2009/10/23


Novo livro de Raphael Maia

Lançamento 2009 - Editora Universo dos Livros

Guia completo de técnicas com exercícios práticos.

Principios básicos

Progressões de acordes

Técnicas de dedilhados

Ritmos

Escalas

Transporte de tonalidades

Tríades e tétrades

Acordes com pestana

E muito mais!

Acompanha Cd com explicações passo a passo.

O livro estará nas melhores bancas de revistas e livrarias do Brasil no final do mês de outubro/2009

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2009/10/08


Pick Slides são usadas com guitarra elétrica com amplificação para produzir um som alto e arranhado. Para produzir esse som, pegue a parte de trás da sua palheta e começe perto da ponte, perto dos captadores. Esfregue sobre a corda deslizando até o início do braço da guitarra e você irá produzir um som arranhado. Esta técnica é melhor realizada com as cordas mais grossas.
Experimente com a Corda E.
E -----------------------------------------
B -----------------------------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A -----------------------------------------
E ---------X \ ---------------------------
Não haverá notas pressionadas na escala. Use a sua mão esquerda para segurar o braço da guitarra e a sua mão direita para deslizar a palheta sobre a corda. Você tem que usar um movimento rápido quando fizer o pick slide. Realmente, não há regras sobre aonde começar e parar no braço da guitarra. Faça o que soar melhor para você.
Aviso: Esta técnica irá detonar a sua palheta em um curto espaço de tempo. Tente usar uma palheta pesada para melhores resultados.

2009/10/03


Todos os cursos do Grupo ArtMaia Music são acompanhados de Módulos de estudos teóricos e práticos coloridos, Cds didáticos, Vídeo Aulas, Suporte do Professor On-line via e-mail, 2 afinadores virtuais, 8 programas exclusivos e completos com senha para registro (Dicionário de acordes, editor de tablaturas etc…), Músicas Cifradas (Mais de 1000 músicas para praticar no instrumento), Repertório de músicas selecionadas, Tablaturas Guitar Pro (Mais de 2000 tablaturas com musicas para exercicios), Senha da área VIP (onde disponibilizamos mais de 300 arquivos para downloads como vídeo aulas, Dvds, livros de música, exercícios, métodos, softwares etc…), Carteira de Estudante e Certificado de Conclusão.


Para aprender a tocar com os cursos da ArtMaia, basta apenas ter um instrumento musical seja ele Violão ou Guitarra e dispor ao menos de 4 horas semanais para praticar no instrumento e estudar as lições que são explicadas passo a passo. Conheça todos os cursos a distância oferecidos pelo Grupo ArtMaia Music clicando aqui.

2009/10/02



A Mão Direita

O dedo polegar. Quase sempre tocará as cordas 6 (mi), 5(la) e 4 (re). Para uma melhor reprodução do som podemos utilizar uma dedeira, que pode ser adquirida em qualquer casa do ramo.
Devemos lembrar que o uso de palhetas evita que tenhamos que deixar as unhas da mão crescer, mas ao mesmo tempo pode-se dizer que a reprodução dos sons que os dedos indicador, médio, anular e mínimo poderá ser melhorada com o uso das unhas compridas.
A mão esquerda
Nesta mão o polegar só trabalha como apoio, o que como o dedo mínimo da mão direita não quer dizer que seja proibido utiliza-lo. Temos conhecimento que alguns guitarristas utilizam este dedo para pressionar as cordas por cima do braço. Já no violão clássico este dedo permanece como apoio e se possivel sempre no centro posterior do braço do violão.

1 Corresponde ao dedo Indicador
2 Corresponde ao dedo Médio
3 Corresponde ao dedo Anular
4 Corresponde ao dedo Mínimo

No início de nossos estudos, pelo fato destes dedos ainda não estarem acostumados , poderemos recorrer as cordas de náilon, para facilitar a reprodução dos sons sem fazer esforços demasiados, mas com o tempo veremos que todas as dificuldades iniciais serão superadas.

2009/09/30


AULAS DE VIOLÃO E GUITARRA
Exercícios de Sequencias Harmônicas


Vamos passar agora ao treino de seqüências. Uma seqüência é uma série de acordes que são muito utilizados. Execute os acordes um atrás do outro. Repita várias vezes. Faça até se sentir acostumado.

G D C
D G A
E A B
C G F C
Em D C
Am G F E
G Bm C D
C Am Dm G
C G F
F Am Bb Gm C

Harmonia II

C G/B Am Am/G F C/E Dm F/G G C
G D/F# D G C G/B Am Am/G D
E C#m A A/F# B
D A/C# Bm G Em A
F Dm Bb C Am Dm Gm C F
A E/A D E A C#m D E


2009/09/23


Além dos números que apenas indicam qual corda deve ser ferida em qual casa (traste) existem algumas letras e simbolos comumente usadas para notar determinadas técnicas. Essas notações podem variar um pouco de autor para autor mas as mais comuns são:

h - fazer um hammer-on
p - fazer um pull-off
b - fazer um bend para cima
r - soltar o bend
/ - slide para cima (pode ser usado s)
\ - slide para baixo (pode ser usado s)
~ - vibrato (pode ser usado v)
t - tap
x - tocar a nota abafada (som percusivo)

2009/09/20


Em quantas partes se pode dividir uma oitava? Ou quantas notas se pode ter num intervalo de uma oitava? Historicamente, diversas culturas desenvolveram os seus próprios conceitos e regras para a organização dos sons e a escala sempre esteve presente como a organização das alturas. Na cultura ocidental, o ponto de partida para o desenvolvimento das escalas e para a base teórica foi dado na Grécia Antiga. Pitágoras estudou os modos de vibração de uma corda estendida (instrumento: monocordio) e descobriu a relação matemática entre os harmônicos. Os primeiros sistemas de afinação foram baseados nos fenômenos relacionados com a série harmônica. Eles baseavam a relação das alturas nas razões dos diversos intervalos obtidos na série harmônica.

A cultura ocidental acabou por dividir uma oitava em 12 partes iguais (sistema de temperamento igual), como nos instrumentos digitais. É importante salientar que, na prática, dependendo do instrumento e da técnica instrumental utilizada, não se tem a precisão de dividir minuciosamente a oitava em 12 partes (notas) de igual tamanho, portanto, jogamos sempre com uma “precisão relativa” no que diz respeito ao temperamento.

Instrumentos de afinação fixa ou “temperados” são aqueles em que o menor intervalo é o de 01 semitom. Alguns exemplos: violão, guitarra, cavaquinho, piano, teclado, viola caipira, contrabaixo (com trastes), acordeon, ...

Instrumentos “não temperados” são aqueles que não tem uma afinação fixa e os seus intervalos podem ser menores que 01 semitom. Alguns exemplos: violino, violoncelo, contrabaixo (fretless), flautas doces, cítara (indiana), ...

2009/09/14


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA
OITAVAS

As escalas musicais se repetem depois de terminar. Ou seja, ao se chegar à última nota da escala, volta-se à primeira. A nota que se repete tem o mesmo tom da primeira, mas o seu timbre é bem mais agudo. As notas naturais são apenas 7. O termo usado como 8ª (oitava) é repetição do 1º grau; também indica a mesma nota em outra oitava mais grave ou mais aguda.

2009/09/08

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA
INVERSÃO DE ACORDES
"...a nota que vai no baixo...”

Posição Fundamental = T 3ª 5ª 7ª Tônica vai no baixo.
1ª inversão = 3ª 5ª 7ª T . 3ª vai no baixo
2ª inversão = 5ª 7ª T 3ª 5ª vai no baixo.
3ª inversão = 7ª T 3ª 5ª 7ª vai no baixo.

Acorde com baixo alterado = é quando a nota do baixo não é a tônica(fundamental) do acorde. As inversões mais comuns são essas acima mas, na verdade, qualquer nota pode ir no baixo de um acorde(use o bom senso...). Quanto mais notas tiver um acorde, mais possibilidades de inversões ele terá. A cifra do baixo alterado é:

D/F# : é o acorde de RE Maior com a nota FA# no baixo, ou seja, a 3ª maior do acorde está no baixo(1ª inversão). Observe que a fundamental(tônica) do acorde continua sendo a nota RE, porém, com a nota mais grave(o baixo) sendo a do acorde.

2009/09/01

Muito se tem escrito e falado sobre a origem do Blues que, evidentemente, permanecerá incerta para sempre. Não obstante é possível traçar algumas de suas mais significativas influências, quais sejam, os cantos de trabalho e os "hollers" (lamentos).Os cantos de trabalhos eram tipicamente utilizados por negros trabalhando em grupos no sul dos Estados Unidos, particularmente no Mississipi e Louisiana. Um solista cantava frases curtas que eram então repetidas pelo conjunto dos demais trabalhadores. Estas frases eram emitidas de forma mais ou menos lenta e ritmadas, na verdade no ritmo em que se desenvolvia o trabalho. Você provavelmente já deve ter visto isso em algum filme (especialmente aqueles que apresentam um grupo de presos trabalhando na beira de alguma estrada do Mississipi).Os "hollers", por outro lado, eram produzidos por indivíduos normalmente sozinhos e, por isto, os cantos eram bem mais altos. As atuais canções que se ouve nas igrejas negras protestantes do Estados Unidos ("spirituals") são claramente inspiradas neste estilo.Na musica africana, aonde evidentemente encontram-se as raízes do Blues, a escala musical é pentatônica, ou seja, constituída por apenas 5 notas musicais. Escalas pentatônicas são ainda hoje, principalmente devido a sua relativa simplicidade, utilizadas por músicos dos mais diversos, inclusive no estilo Blues.Quando se interpretavam as canções de trabalho, ou os "hollers", sem acompanhamento instrumental, como deve ter acontecido no principio quando os negros as cantavam no campo, a diferença entre a escala africana (pentatônica) e a escala européia, que contem 7 notas musicais (a chamada escala diatônica, que poderia ser também denominada heptatônica), não trazia consigo qualquer problema. Entretanto, quando se tentava acompanhar estas mesmas canções com instrumentos musicais europeus, construídos para a escala diatônica, o conflito era inevitável. Tal conflito gerou o que hoje se conhece por blue notes, que são consideradas uma tentativa dos músicos afro-americanos de tocar exatamente aquilo que cantavam. Estas “blue notes” são normalmente a III e a VII da escala, que são tocadas com aumento ou descida de meio tom.Outro aspecto interessante é a de que no Blues normalmente não se encontram canções inteiramente no modo menor. Não obstante, os solos podem ser amiúde realizados numa escala menor, o que contribui para dar a este estilo musical uma conotação dúbia ou incerta. Uma conotação Blues, diriam os mais puristas.

2009/08/04

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA
Escalas Pentatônicas
O que é Pentatônica?
- Pentatônica é o nome de uma escala formada por cinco notas, original do blues que, por ser formada de cinco notas leva esse nome.
Para que é usada? Por que estuda-la?
- É usada na criação de solos e riffs nos mais diversos campos do rock, desde o blues até o metal. É interessante você estudar a escala pentatônica pois ela é muito usado hoje em dia, compreendendo essa escala você saberá de onde famosos guitarristas criam os solos e poderá criar seus próprios solos e licks.
Iniciação
Vamos começar a chamar as escalas pentatônicas de "pentas", pois é um termo abreviado e bastante usado, bem para começarmos é necessário saber que existem penta menor e penta maior, porém a mais conhecida e usada é a menor.Isso já é o necessário para que você comece a estudar a escala pentatônica, é importante salientar que para que esse estudo comece o ideal é o praticante já ter alguma iniciação no instrumento.
Pentatônica Menor
-> Escalas Pentatônicas Menores
Formação das Pentatônicas Menores:
Tonica, 3ªm, 4ªjusta, 5ª e 7ªm.
Vejamos o exemplo da Penta Menor de A(lá):
Tonica: A(lá)
3ªm: C(dó)
4ªjusta: D(ré)
5ª: E(mí)
7ªm: G(sol)
Ficando no braço do instrumento da seguinte forma:
e--------------------------5-8-
B---------------------5-8------
G----------------5-7-----------
D-----------5-7----------------
A------5-7---------------------
E-5-8--------------------------
A C D E G A C D E G A C
OBS: Repare que as notas se repetem até acabar as cordas.
Para achar a penta de outra nota basta repetir o processo.
Vejamos o exemplo da pentatônica de E{mí):
Tonica: E(mí)
3ªm: G(sol)
4ªjusta: A(lá)
5ª: B(sí)
7ªm: D(ré)
Ficando no braço do instrumento da seguinte forma:
e--------------------------0-3-
B---------------------0-2------
G----------------0-2-----------
D-----------0-2----------------
A------0-2---------------------
E-0-3--------------------------
E G A B D E G A B D E G
OBS: Repare que, novamente, as notas se repetem até acabar as cordas.
Pentatônica Maior
As pentatônicas maiores nada mais são do que as pentas menores um tom e meiomais graves, vejamos o exemplo da penta maior de A(lá):
e--------------------------2-5-
B---------------------2-5------
G----------------2-4-----------
D-----------2-4----------------
A------2-4---------------------
E-2-5--------------------------
F# A B C# E F# A B C# E F# A
Neste Caso Muda a formação:
Tonica: A(lá)
6ªM: F#(fá sustenido)
2ªM: B (sí)
3ªM: C# (dó sustenido)
5ª: E (mí)

2009/07/29

A música é, sem dúvida, uma das mais interessantes e criativas manifestações do espirito humano. Apesar das diferenças entre uma filarmônica e um show de rock, ambos tem a mesma base: a escala musical. Além da beleza das músicas que pode produzir, a seqüência dó, ré, mí, fá, sol, lá, sí, dó guarda dentro de si as relações matemáticas, associadas ao som correspondente a cada nota musical.

O som é produzido por objetos em vibração como, por exemplo as hastes de um diapasão, o diafragma de um alto-falante ou ainda uma corda esticada e depois dedilhada. Ela vibra e produz um som. Mas nem sempre o que nós ouvimos pode ser considerado um som, ele pode ser assim dividido:

Som - é o resultado de uma freqüência constante, ou seja, uma vibração regular.

Ruído -é o resultado de uma freqüência não constante, ou seja, irregular.

A percepção que nossos ouvidos têm desse som depende do número de vibrações por segundo. Para melhor demonstrar isso, tomaremos um violão! A nota é diferenciada pelo número de vibrações da corda. A esse número de vibrações damos o nome de freqüência ou tom. A escala musical correspondente, na realidade, a um conjunto de freqüências que identificam as diversas notas musicais. Concluindo, todo e qualquer barulho é uma nota, e sua classificação dependerá do número de vibrações.

2009/07/22

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2009/07/21

Estudar música ou determinada técnica, requer atenção, concentração, paciência e regularidade! O que você acha que te deixaria em forma? Jogar futebol 5 horas seguidas no domingo ou três vezes por semana? Se você respondeu três vezes por semana, você acertou. Com a guitarra é a mesma coisa. Se você quer tocar alguma passagem, solo, ou base, que seja complexa, estude de forma lenta e gradativa. Caso seja um solo, divida-o em varias partes, ou estude-o por frases, até que as mesmas estejam soando da forma correta, pois a sonoridade é muito importante. Tocar o instrumento várias horas por dia, sem disciplina e objetivo, não trará resultado algum, por isso organize seu estudo. Reserve um horário do seu dia para estudar e depois do conteúdo estudado, se divirta com o instrumento. Existem várias formas de deixar o estudo dinâmico e interessante, motivando-nos a estudar com dedicação. Abaixo vão algumas dicas de como organizar seu estudo.
Como estudar?
Para se concentrar, um lugar que seja ventilado, tranqüilo e silencioso é essencial. Organize o conteúdo que você quer estudar (como no exemplo da tabela abaixo). *
Dia da semana: Segunda
Conteúdo Técnico: Palhetada (30 min.), Ligados (30 min.)Demais Itens de Estudo: Repertório (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Terça
Conteúdo Técnico: Vibratos (30 min.), Bends (30 min.)Demais Itens de Estudo: Interpretação (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Quarta
Conteúdo Técnico: Slides (30 min.), Tapping (30 min.)Demais Itens de Estudo: Leitura (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Quinta
Conteúdo Técnico: Sweep Picking (30 min.), Alavancadas (30 min.)Demais Itens de Estudo: Criação (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Sexta
Conteúdo Técnico: String Skiping (30 min.), Harm Artificiais (30 min.)Demais Itens de Estudo: Repertório (30 min.), Audição (30 min.)
Sweep Picking: técnica que utiliza a palheta em uma única direção com a finalidade de produzir uma grande quantidade de notas rapidamente, ou facilitar a passagem de uma corda para outra.
String Skiping: é o salto de cordas, ou seja, ao invés de palhetar ou ligar as notas em cordas seguintes, pulamos a corda. Saltamos da corda si para a corda ré, por exemplo.
Harmônicos Artificiais: temos basicamente 2 tipos. Um é feito através do choque entre o dedo e a palheta sobre a corda, e o outro é conseguido através do toque sobre o traste correspondente a nota oitavada da qual você está tocando.
Repertório: pegue qualquer peça que tenha vontade de tocar e estude-a. Pode ser música, riff, solo, etc.
Interpretação: não importa o que você vai tocar e sim como vai 'interpretar', entendeu!
Criação: crie um riff, solo, exercício com o conteúdo estudado.
Se concentre naquilo que estiver estudando e sempre use um metrônomo, pois assim você tem um parâmetro para medir seu desenvolvimento. Certifique-se de que a sua coluna não esteja torta, que suas mãos estejam nas posições corretas e relaxe, com tensão os resultados não serão alcançados.
Tenha paciência! Aumente a dificuldade e depois passe para outro tópico da lista. Estude cada tópico de 15 a 30 minutos e depois mude, assim você fica menos entediado e cobre um conteúdo muito maior. E por último, estude com regularidade, assim você tocará muito melhor! Eu garanto!!
Obs.: a tabela acima é um roteiro de estudo de 2 horas diárias, que permite ao estudante se concentrar melhor em cada tópico/técnica especifico/a, trazendo resultados muito mais rápidos! Você não precisa seguir este modelo! Crie o seu próprio roteiro de estudo e faça o seu tempo render da forma que achar melhor, o importante é estudar com atenção e dedicação!!

2009/07/17


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA
CAMPO HARMÔNICO MAIOR


Campo Harmônico é um conjunto de acordes que forma uma harmonia. Esses acordes são extraídos de uma só escala estrutural, geralmente a escala tônica ou maior. Também pode ser chamado de estrutura tonal visto que o desenvolvimento da harmonia está inteiramente ligado ao aparecimento e desenvolvimento do conceito de tonalidade.

Campo Harmônico Maior

As melodias geralmente são feitas dentro de um contexto em que existe um Centro Tonal indicando uma harmonia e uma escala. Para montar o campo harmônico da escala maior é necessário conhecermos os intervalos e notas pertercentes a ela e depois montamos os acordes em cada intervalo de acordo sobrepondo as terças. O resultado serão 7 acordes, sendo que cada um poderá ser classificado de acordo com os conceitos daharmonia funcional:1º Grau (tônica), 2º Grau (supertônica), 3º Grau (mediante), 4º Grau (subdominante), 5º Grau (dominante), 6º Grau (superdominante) e o 7º Grau (sensível). Os acordes perfeitos (maiores ou menores, consoante a tonalidade em que se inscreve a melodia) que se formam sobre estes graus da escala (que é o fundamento da tonalidade) é que vão definir a estrutura do acompanhamento harmônico que está subjacente à melodia.

Intervalos da escala maior

I - 1 tom - II - 1 tom - III - 1/2 tom - IV - 1 tom - V - 1 tom - VI - 1 tom - VII - 1/2 tom - VIII

Notas da escala Dó maior (C)

C -1 tom- D -1 tom- E -1/2 tom- F -1 tom- G -1 tom- A -1 tom- B -1/2 tom- C

Exemplo de Campo Harmônico de C (dó)

Para formar um acorde com terças inicie com a nota do grau desejado, pule o grau seguinte e adicione a próxima nota sucessivamente até formar um acorde de 3, 4 ou 5 notas:

C => (C, E, G) ou CMaj7 => (C, E, G, B)

Para se formar um acorde maior, como vimos acima, segue também os intervalos entre as notas dos acordes:

2 tons da tônica para a terça (de C para E) 1 tom e meio da terça para a quinta (de E para G) 2 tons da quinta para a sétima (de G para B)

obs:Todos os acordes MAIORES com sétima MAIOR, irão ter os mesmos intervalos.

Dm => (D, F, A) ou Dm7 => (D, F, A, C)

Veja o Campo Harmônico de C MAIOR:

C Dm Em F G Am Bm7(b5) ou BØ

Os acordes formados no campo harmônico maior sempre seguirão uma regra, que é a seguinte:

1º grau: sempre maior. ex: C

2º grau: sempre menor. ex: Dm

3º grau: sempre menor. ex: Em

4º grau: sempre maior. ex: F

5º grau: sempre maior com sétima. ex: G7 ou G

6º grau: sempre menor. ex: Am

7º grau: sempre meio diminuto. ex: Bm7(b5) ou BØ ou Bdim


2009/07/15


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA
INTERVALO


Intervalo é a distância de freqüência sonora que existe entre duas notas. O menor intervalo possível entre duas notas é de meio tom (um semitom). Por exemplo: o intervalo entre as notas C e D é de 1 tom, ou 2 semitons. No sistema de cifras, a distância (ou intervalo) é sempre definida em relação à nota "1" (a fundamental). Em um acorde, cada nota corresponde a um intervalo.

2009/07/04


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA

COMO ENTENDER O PROCESSO DE CIFRAGEM DOS ACORDES

O processo de cifragem dos acordes é baseado nas letras maiúsculas que representa o nome das notas em inglês (A=Lá, B=Si, C=Dó, D=Ré, E=Mi, F=Fá e G=Sol), seguido de um complemento representado por sinais, letras ou números, que indica a estrutura do acorde como: intervalos formado entre a nota fundamental e cada uma das outras notas e se o acorde é fundamental ou invertido.

A letra maiúcula inicial indica a nota fundamental, a partir de onde o acorde será construído, ou seja, a sua nota tônica, que também será a nota mais grave. Quando esta nota for alterada, o sinal de alteração deve aparecer logo ao seu lado direito
(Ex.: A#, Bb).

O processo inicial de cifragem é baseado nas estruturas das tríades.

- A letra maiúscula sozinha, ou seja, sem o complemento representa a tríade maior (T 3M 5j).

Ex.: A = Lá Maior
F# = Fá Sustenido Maior

- A letra maiúscula seguida do complemento m (minúsculo), representa a tríade menor (T 3m 5j).

Ex.: Am = Lá Menor
Bbm = Si Bemol Menor

- A Letra maiúscula seguida dos sinais dim ou °, representa a tríade diminuta (T 3m 5dim).
Ex.: Cdim ou C° = Dó Diminuta
Dbdim ou Db° = Ré Bemol Diminuta

- A Letra maiúscula seguida do sinal + , aum, ou #5, representa a tríade aumentada (T 3M #5).

Ex.: E+ ou Eaum ou E(#5) = Mi Aumentado
C#+ ou C#aum ou C#(#5) = Dó Sustenido Aumentado

Os exemplos que vimos acima é a representação das tríades em sua formação fundamental, ou seja, com a sua tônica no baixo. Para representarmos que a nota mais grave não será a tônica usamos colocar uma barra após a cifra do acorde e indicamos que nota será o baixo do acorde.

Exemplos:

C/E = Dó Maior com baixo em Mi
F#m/C# = Fá Sustenido Menor com baixo em Dó sustenido
G+/D# = Sol Aumentada com baixo em Ré Sustenido

2009/07/01


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA
ESCALA CROMÁTICA


ESCALA CROMÁTICA - É uma escala onde as notas sucedem-se única e exclusivamente por semitons.

Exemplo: Dó, Dó#, Ré, Ré#, Mi, Fá, Fá#, Sol, Sol#, Lá, Lá#, Si. Dó.

Válido também na ordem decrescente:

Dó, Si, Sib, Lá, Láb, Sol, Solb, Fá, Mi, Mib, Ré, Réb, Dó.



2009/06/30


ESCALA DIATÔNICA - É uma escala em que as notas sucedem-se por tons e semitons.

Devemos considerar dois tipos de escalas Diatônicas: Diatônica Maior e Diatônica menor. Estas escalas possuirão sempre 8 (oito) notas onde a oitava é a repetição da 1ª nota.

Exemplo: Escala Diatônica Maior de Dó - DÓ, RÉ, MI, FÁ, SOL, LÁ, SI, DÓ

Escala Diatônica menor de Lá - LÁ, SI, DÓ, RÉ, MI, FÁ, SOL, LÁ.

· Obs: A escala diatônica menor sofre duas variações. Além da vista acima, as variações ocorrem da seguinte forma:

Escala menor harmônica - tem o sétimo grau ascendente

Escala menor melódica - tem o sexto e o sétimo grau ascendentes.

2009/06/27


CURSO DE VIOLÃO
Cuidados com o instrumento


Um violão não pode ser tratado como um objeto qualquer, tratado de maneira correta ele pode ter uma longa durabilidade.Além de uma durabilidade maior, o desempenho e a qualidade sonora do mesmo, será de maior alcance. Para prolongar a vida útil do seu violão, são necessários certos cuidados. Algumas dicas para "proteger" o seu violão. Sempre que for guarda-lo , coloque-o dentro da capa ou case, pois, evitará que ele se exponha a poeira e a umidade dor ar. É válido lembrar que por o violão ser de madeira a umidade de dias chuvosos, dilata-o , assim pode trincar e mudar todo a parte sonora acústica do instrumento.Limpe-o sempre com flanela seca. Nunca com cera, pasta de polir, etc.
Isso pode, com o tempo, infiltrar na madeira mudando o som do mesmo.Se não for de costume usar o instrumento semanalmente ou mensalmente, aconselha-se a desafinar pelo menos , 1 tom e 1/2. Assim a pressão das cordas no braço será quase zero e não forçará tanto o cavalete.

2009/06/24


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA
INTERVALOS MENORES, DIMINUTOS E AUMENTADOS


Para obter os intervalos menores abaixa-se de um semitom os intervalos maiores. Para os diminutos, abaixa-se um semitom dos justos ou menores. Elevando-se os justos e os maiores em um semitom, obtêm-se os intervalos aumentados.

DÓ - RÉ
2M
2ª maior
DÓ - RÉb
2m
2ª menor
DÓ - RÉ#
2 aum
2ª aumentada

DÓ - SOL
5J
5ª justa
DÓ - SOLb
5 dim
5ª diminuta
DÓ - SOL#
5 aum
5ª aumentada

DÓ - SIb
7 m
7ª menor
DÓ - SIbb
7 dim
7ª diminuta

Ao se abaixar a sétima menor em meio tom, obtém-se a sétima diminuta, sendo o intervalo da sétima diminuta enarmônico* com o de sexta maior.

* Enarmônicos são notas com sons iguais e nomes diferentes.


2009/06/22


As escalas maior e menor natural são formadas pelas mesmas notas, mas com tônicas diferentes, daí serem relativas uma da outra.

Exemplo em Dó maior e Lá menor natural

DÓ - RE - MI - FÁ - SOL - LÁ - SI - DÓ

LÁ - SI - DÓ - RÉ - MI - FÁ - SOL - LÁ


Exemplo em Sol maior e Mi menor natural:

SOL - LÁ - SI - DÓ - RÉ - MI - FÁ# - SOL

MI - FÁ# - SOL - LÁ - SI - DÓ - RÉ - MI


Como se vê no exemplo em Sol, as escalas relativas têm o mesmo acidente (FÁ#). Sendo assim, a armadura de clave indica sempre a tonalidade maior ou menor relativa e vice-e-versa. O contexto harmônico é que vai indicar a tonalidade maior ou menor da música.


2009/06/17


Lembre-se sempre de que todo e qualquer contato que possa ter com o instrumento será válido, a intimidade que se ganha a cada dia é fundamental para um bom desenvolvimento. o Escolha um dia para dar uma geral em grande parte do que aprenderam. Como numa sequência, revise escalas, arpejos, acordes, padrões, etc...
o Estude sempre com o metrônomo, para ter a segurança do tempo de forma linear, trabalhando intensidade, duração, dinâmica, etc... Dessa forma, será mais fácil avaliar a evolução no instrumento e, com isso, reconhecer os pontos que precisam ser fortalecidos.
Duração
Quando houver um novo assunto, deve ser dada uma maior atenção para ele. Meia hora por dia com concentração será mais rico e proveitoso do que duas ou três horas dispersas. Como e quanto será absorvido do assunto vai sempre variar de pessoa para pessoa, mas a questão é a forma como é feito o estudo. É interessante dizer que todos os bons músicos que conheço estudaram assistindo à televisão. Como esclarecer isso?
Outro ponto importante a citar é a história de que "fulano estuda oito horas por dia!" Esse tipo de estudo, de longa duração, deve ser muito bem organizado. O cuidado com o corpo humano, a nossa máquina, é de suma importância. A atividade repetitiva pode gerar lesões graves, como a tão famosa inflamação nos tendões (tendinite).
Portanto:
1) Alongamentos nos braços e nos dedos antes, durante e depois dos estudos, são essenciais para o condicionamento e, assim, para um melhor aproveitamento do tempo. Caso contrário, você terá de interromper o aprendizado por causa do cansaço. Lembre-se: você é um atleta dos braços e dos dedos.
2) Planejar é importante. Alterne seus objetivos: rapidez, agilidade, tudo o que se refere a solos (escalas, arpejos, técnicas em geral), parte harmônica (acordes), ritmo e teoria.
3) Ouça de tudo. Escute tudo aquilo que possa contribuir para a sua formação como músico. É uma das melhores coisas a se fazer! Com esses cuidados, você irá planejar seu tempo e criar um ritmo próprio de estudo.
Amadurecimento
Acredito que no equilíbrio entre os objetivos por você desejado e o tempo dedicado para a conquista deles está a maturidade. Cada nota dada deve refletir a mais pura expressão da nossa vida, não apenas o resultado final de uma escala, mas sim ela toda em construção, da primeira à última nota. Por isso, o convívio diário com a música é fundamental.
"Você nunca recebe um desejo sem também receber a capacidade de torná-lo realidade" R. Bach

2009/06/11


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA
Intervalos


Intervalo é à distância entre duas notas. Os Intervalos equivalem aos números dos graus das notas da escala diatônica. Os graus são representados em algarismos romanos tendo cada nota de acordo com a sua ordem na escala a partir da tônica um grau equivalente, portanto o número do grau está vinculado ao nome da nota.

Vamos exemplificar na escala de C:

Notas da Escala Diatônica /Graus/ Intervalos

C I T (tônica)
D II 2M (segunda maior)
E III 3M (terça maior)
F IV 4j (quarta justa)
G V 5j (quinta justa)
A VI 6M (sexta maior)
B VII 7M (sétima maior)
C VIII 8j (oitava justa)
D II (oitavado) 9M (nona maior)
E III (oitavado) 10M (décima maior)
F IV (oitavado) 11j (décima primeira justa)
G V (oitavado) 12j (décima segunda justa)
A VI (oitavado) 13M (décima terceira maior)

Regra: "Os I, III, VI e VII graus podem ser maiores, menores, aumentados ou diminutos. Os IV, V e VIII graus podem ser justos, aumentados ou diminutos."


Representação Gráfica:

M – maior
m – menor
A – aumentado
º ou dim – diminuto
J – justo


Listagem de intervalos:

Usando o exemplo de Dó Maior

2M - está a 1 tom da tônica (D)
2m - está a meio tom da tônica (Db)
2A - está a 1 tom e meio da tônica (D#)
- não existe

3M - está a 2 tons da tônica (E)
3m - está a 1 tom e meio da tônica (Eb)
3A - está a 2 tons e meio da tônica (E#)
- está a 1 tom da tônica (Ebb)

4J - está a 2 tons e meio da tônica (F)
4A - está a 3 tons da tônica (F#)
- está a 2 tons da tônica (Fb)

5J - está a 3 tons e meio da tônica (G)
5A - está a 4 tons da tônica (G#)
- está a 3 tons da tônica (Gb)

6M - está a 4 tons e meio da tônica (A)
6m - está a 4 tons da tônica (Ab)
6A - está a 5 tons da tônica (A#)
- está a 3 tons e meio da tônica (Abb)

7M - está a 5 tons e meio da tônica (B)
7m - está a 5 tons da tônica (Bb)
7A - está a 6 tons da tônica (B#)
- está a 4 tons e meio da tônica (Bbb)

8J - está a 6 tons da tônica (C)
8A - está a 6 tons e meio da tônica (C)
- está a 5 tons e meio da tônica (Cb)

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2009/06/07


CURSO DE VIOLÃO - PROMOÇÃO
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Promoção válida até 30/07/2009

Você quer aprender a tocar violão e Guitarra em pouco tempo de modo rápido e sem complicações, e saber tudo o que é preciso para se tornar uma fera nesses instrumentos musicais e ainda contar com o suporte do Professor On-line para esclarecer todas as suas dúvidas, mas não tem tempo de frequentar uma escola de música convencional? Se a sua resposta for afirmativa, você precisa conhecer o Grupo ArtMaia Music www.artmaia.com , que é especializado no ensino musical a distância. Com 12 anos formando talentos em todo o Brasil!
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2009/06/05


CURSO DE VIOLÃO - Tom, Semitom e Sinais de Alteração
O intervalo ou distância entre dois sons é medida em Tons. No nosso padrão de música o Semitom é o menor intervalo entre dois sons e portanto um Tom é o intervalo formado por dois semitons.
Uma Maneira fácil de visualizar o nosso sistema de notas musicais é através do teclado do piano, onde as teclas brancas são as notas naturais (Dó, Ré, Mi ,Fá, Sol, Lá e Si que vão se repetindo em alturas diferentes como vimos anteriormente) e as teclas pretas correspondem as notas alteradas que possuem os mesmos nomes acrescidos do Sinal de Alteração. O intervalo entre as notas, seguindo a escala (todas as teclas brancas e pretas), será de um semitom.
No violão ou outros instrumentos de cordas dedilhadas que possem trastes (aqueles ferrinhos que dividem as casas no braço do instrumento), cada casa equivale a um Semitom.

Sinais de Alteração
Os sinais de alteração servem para modificar a entoação das notas naturais (representadas pelas teclas brancas do piano), podendo ser elevadas ou abaixadas (saltando para as teclas pretas do piano que representam as notas alteradas).
Na notação musical (pauta), os sinais de alteração são colocados antes da nota e na nossa escrita comum ou cifragem os sinais de alteração são colocados depois do nome da nota. Veja exemplo abaixo:

Dó# (Dó Sustenido)
Sib (Si Bemol)


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2009/05/11


CURSO PRÁTICO DE VIOLÃO - Raphael Maia

O novo livro de Raphael Maia "Curso Prático de Violão", já está a venda nas principais livrarias e bancas de revistas do Brasil.

Torne-se um mestre na arte de tocar o mais popular dos instrumentos


Você já sonhou em tocar um instrumento, tornar-se um músico ou, simplesmente, divertir e admirar a todos com o seu talento? Então aprenda com Raphael Maia, autor deste livro que guiará você pelo mundo da música e do aprendizado do violão popular.
Com um método 100% prático, voltado para iniciantes que estão tendo seu primeiro contato com o instrumento, este livro é também um guia de referência de técnicas básicas de violão, o que o torna ideal para adoção como livro de exercícios por professores e escolas de música.
Ao ler cada capítulo, que é equivalente a uma aula, ou ao acompanhar as explicações presentes no CD, você aprenderá:


- Macetes de afinação;
- Acordes ;
- Exercícios para as mãos esquerda e direita;
- A ganhar agilidade em ambas as mãos;
- Ritmo;
- Técnicas de solo;
- Tablaturas ;
- Exercícios com escalas;
- E muito mais.


ISBN 978857873022-2 Papel Offset 75
Formato 23 X 15,7 Páginas 128

2009/05/06


Curso de Violão - Escalas

Escala, como já vimos anteriormente, é o conjunto de notas organizadas em ordem gradual de altura ascendente ou descendeste.

Existem muitos tipos de escalas usadas na nossa música tais como: Exóticas, Bebop, Símétricas, Pentatônicas, Blues, etc... Entre muitas outras existentes em outras culturas musicas.

As principais escalas e bases para o nosso estudo de tonalidade são as Diatônicas e Cromáticas.

Escala Cromática

A escala cromática é composta por intervalos de semitons, ou seja de meio em meio tom (como vimos na aula anterior), podendo ser temperada (em instrumentos de afinação no sistema temperado) ou harmônica ( em instrumentos de som não fixos).

Escala Diatônica

A Escala Diatônica é composta por intervalos de tons e semitons diatônicos. É a escala da tonalidade, por exemplo a escala diatônica de Dó maior é a escala no tom de Dó maior. É mais comum ser chamada apenas de escala maior (Tonalidade Maior) ou escala menor (Tonalidade Menor).

As Escalas Diatônicas podem ser: Maior, Menor (primitiva), Menor Harmônica e Menor Melódica.

Escalas Relativas

As Escalas Relativas são aquelas que possuem o mesmo conjunto de notas. Sempre uma maior será relativa de uma menor e vice-versa. Por exemplo: Dó maior é relativo de Lá menor e Lá menor é relativo de Dó Maior, porque estas duas escalas possuem as mesmas notas.

Exemplo:
Notas da escala de Dó Maior: Dó Ré Mi Fá Sol Lá Si
Notas da escala de Lá Menor: Lá Si Dó Ré Mi Fá Sol

Veja abaixo as escalas relativas:

Dó Maior <===> Lá Menor
Ré b Maior <===> Si b Menor
Ré Maior <===> Si Menor
Mi b Maior <===> Dó Menor
Mi Maior <===> Do # Menor
Fá Maior <===> Ré Menor
Sol b Maior <===> Mi b Menor
Sol Maior <===> Mi Menor
Lá b Maior <===> Fá Menor
Lá Maior <===> Fá # Menor
Si b Maior <===> Sol Menor
Si Maior <===> Sol # Menor

Escalas Homônimas

Escalas Homônimas são aquelas que possuem o mesmo nome, ou seja, possuem a mesma tônica.
Exemplo: Dó Maior é homônima de Dó Menor

Escalas Enarmônicas
Escalas Enarmônicas são aquelas que possuem o mesmo som, mas com notação diferente. Exemplo:
Escala de Fá # Maior - Fá # - Sol # - Lá # - Si - Dó # - Ré # - Mi #
Escala de Sol b Maior - Sol b - Lá b - Si b - Dó b - Ré b - Mi b - Fá

2009/05/05


Dando prosseguimento ao nosso curso de violão popular, veremos nesta aula, as partes que formam o violão:01 - Cabeça, mão ou paleta
02 - Pestana
03 - Tarrachas ou cravelhas
04 - Trastes


07 - Braço
08 - Tróculo (Junta do braço)
09 - Corpo
12 - Cavalete
14 - Fundo
15 - Tampo
16 - Lateral ou faixas
17 - Abertura ou boca
18 - Cordas
19 - Rastilho
20 - Escala

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2009/05/04

Para o violão popular não há uma posição padrão como há no violão clássico. Sentado o violonista apóia o violão sobre a perna esquerda, que devera estar apoiada em banquinho de mais ou menos vinte centímetros. O dedo polegar da mão esquerda deve permanecer sempre que possivel no centro posterior do braço do violão. Mas devemos observar algumas coisas necessárias a um melhor desempenho futuro. Se por acaso você quiser tocar de pé, será necessário que você adquira uma correia, que você poderá comprar em qualquer casa de venda de instrumentos musicais, esta correia deve ser bem larga para evitar que tenhamos dificuldades em permanecer durante um tempo muito longo com o instrumento pendurado devido a dores no ombro. Segure o instrumento de forma que sua coluna permaneça reta, ou seja, evite curvar-se para ver as casas no braço do violão, e se você ainda vai realizar compra de um violão, observe que em alguns violões os botões ficam na parte superior do braço justamente para que você localize as casas sem ter que olhar diretamente para as casas. Quando tocar sentado evite se apoiar sob o violão, permaneça com a coluna reta sempre evitando olhar para o braço do violão.

2009/05/03


CURSO DE VIOLÃO - Os acordes com pestana no braço do violão

Os acordes com pestana têm esse nome devido à função do dedo indicador, que atua como uma barra sobre as seis cordas, fazendo o papel da pestana do braço do violão (o material branco logo no início do braço do violão).
Dessa maneira, qualquer acorde que utilize cordas soltas pode ser tocado nas demais casas. A principal vantagem dos acordes com pestana é que eles são móveis. A mesma posição pode ser tocada em diferentes casas ao longo do braço, sem alterar a posição relativa dos dedos, formando doze acordes diferentes nas doze primeiras casas. A nota da casa em que a posição é montada determina o acorde.

2009/04/28


A GUITARRA NOS EUA
Com um honroso capítulo à parte ocupado pelo Brasil (sobretudo quanto às técnicas do violão clássico e popular tocado com os dedos), a evolução da guitarra moderna em grande parte teve lugar nos Estados Unidos, onde dois estilos de concepção do instrumento se desenvolveram: o flat top e o arch top. Em 1833 em conceituado fabricante de instrumentos alemão C. F. Martin, estabeleceu-se nos EUA. A empresa de Martin viria a ser uma das principais fabricantes de guitarra nomundo, sendo a pioneira nos modelos de violão acústico flat top. Os modelos que floresceram nos anos 20, quando as cordas de aço ganharam destaque sobre as tripas, sofreram poucas alterações desde então. Eles foram amplamente usados por artistas de country e folk ao longo dos anos. Orville Gibson começou a fabricar instrumentos no final do século XIX. Gibson, que tinha estudado a construção de violinos, foi o pioneiro no projeto arch top, em que o corpo do instrumento era curvo em vez de plano. Mais tarde sua empresa ficaria na vanguarda dos desenvolvimentos de guitarras elétricas.


A GUITARRA OU O VIOLÃO CLÁSSICO
A guitarra convencional de seis cordas teve origem na Itália, por volta de 1780. Em meados do século XIX, o fabricante de guitarras espanhol Antônio de Torres Jurado produziu um instrumento maior, cujas dimensões e estrutura são ainda usados hoje. No final do século passado, Francisco Tárrega definiu grande parte do que se considera hoje como as técnicas clássicas padrão de execução. Contudo coube talvez ao virtuoso Andrés Segovia, mais que a qualquer outro, a responsabilidade pela aceitação da guitarra ou violão como instrumento clássico.
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VIOLÃO E GUITARRA - A Evolução
É difícil traçar as origens da guitarra - ou violão (o português é talvez a única língua com duas formas, violão e guitarra, usadas como conceitos distintos de instrumentos). Um instrumento em forma de 8 já era utilizado no século XIII, mas supões-se que precursores da guitarra já existiam na Babilônia e no antigo Egito. As primeiras guitarras desse nome surgiram no Renascimento, mas eram consideradas inferiores a outros instrumentos de cordas como o alaúde. Embora parecidas com as de hoje, essas primeiras guitarras eram bem menores e tinham quatro "cursos" - jogos de cordas duplas - de tripas de carneiro.

2009/04/27


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Tríades e Tétrades

As Tríades

Chamamos de Tríade as notas 1, 3 e 5 de uma escala. Estas notas quando tocadas em conjunto formam os Acordes Básicos (Acordes formados com tríades).
Chamamos de acorde quando tocamos 2,3 ou mais notas simultâneamente (ao mesmo tempo).
Sendo assim , se ilustrarmos esta idéia com a escala de dó maior teríamos:

C D E F G A B
Notas da escala: 1 2 3 4 5 6 7

Tríade.........C E G

Que tocadas ao mesmo tempo: C E G (formam o Acorde C de Dó Maior).

Se fossemos expressar com as "cifras" vistas anteriormente , usaríamos a letra "C" que conforme já vimos significa "Dó" ( Neste caso Dó Maior).
Todos os acorde de três vozes (é assim que São chamados os acordes baseados em tríades) são formados desta mesma maneira.

Acordes De 4 Vozes (Tétrades)

Já os acordes de 4 vozes, são formados pela tríade + uma nota ( ou seja as tres notas da tríade + uma nota).
Acordes de 4 vozes - ( com a sétima )

Como exemplo vejamos o acorde de "dó Maior c/ sétima maior" que expresso em cifras é representado assim: "C7M".

Ele é construído com as notas na tríade + a sétima nota da escala.

Veja exemplo:

Escala de dó maior - Do Re Mi Fa Sol La Si
Em cifras - C D E F G A B
Notas da Tríade- 1 3 5

Notas da tríade + 7.a nota da escala - 1 3 5 7

Notas que estão no acorde de Dó Maior
SCom sétima Maior (C7M)- Do Mi Sol Si

Podemos tocar estas notas como acorde ou como arpejo. E qual a diferença entre acorde e arpejo? Chamamos de acorde quando tocamos as notas "ao mesmo tempo" e chamamos de arpejo quando as tocamos uma por uma.

Quando é acorde e quando é arpejo?
A diferença entre acorde e arpejo não está portanto nas notas, mas na maneira como as tocamos em nosso instrumento.