2008/12/20

AULAS DE GUITARRA - HABILIDADE E VELOCIDADE
Uma coisa que separa os bons guitarristas dos péssimos e ter boa habilidade nos dedos e sons limpos.É importante para o guitarrista iniciante ou intermediário praticar técnicas que irão aumentar a habilidade dos dedos.Abaixo estão algumas técnicas que irão fazer melhorar a habilidade e velocidade dos dedos.
Abaixo está um exercício básico para treino. Ele pode ser um pouquinho entediante.Mas, assegure-se de tocar as notas limpas e no tempo.Comece estudando vagarosamente. O objetivo é dar força na digitação,e você tem que começar devagar para conseguir isto. Aumente a velocidade aos poucos até você conseguir tocar em uma velocidade razoável. Toque descendo e subindo no braço da Guitarra.
---------------------------------------------------------------1-2-3-4-
-----------------------------------------------------1-2-3-4-----------
------------------------------------------1-2-3-4----------------------
----------------------------1-2-3-4------------------------------------
--------------1-2-3-4--------------------------------------------------
-1-2-3-4---------------------------------------------------------------
O próximo exercício é similar, somente tem um desenho diferente. Assegure-se de usar os 4 dedos e que os sons extraídos sejam limpos (sem chiados).
-1-4-2-3----------------------------------------------------------------
------------1-4-2-3-----------------------------------------------------
-------------------------1-4-2-3----------------------------------------
-------------------------------------1-4-2-3----------------------------
---------------------------------------------------1-4-2-3--------------
----------------------------------------------------------------1-4-2-3-
Abaixo está um riff simples para praticar sempre, subindo e descendo na escala da Guitarra.
---------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------
----------6-7-9-7-6-----------6-7-9-7-6----------------------
---7-9------------------9-7-9---------------------------------
---------------------------------------------------------------
---------------------------------------------------------------
A partir do momento que você ganhar habilidade nos dedos, você estará preparado para começar a estudar Escalas e Modos. Abaixo um modo simples.
--------------------------------------------------12-13-15---
-------------------------------------12-13-15----------------
----------------------------12-13--------------------------- -
--------------12-14-15---------------------------------------
-12-14-15----------------------------------------------------
--------------------------------------------------------------
Agora vamos brincar um pouco. Perceba o desenho usado. Você pode usá-lo em todas as escalas e modos. Isto funciona para ganhar velocidade e habilidade nos dedos.
----------------------------------------------------------------------
----------------------------------------------------------------------
----------------------------------------------------------------------
-------------12----------12-14-----12-14-15--12-14-15-------------
-12-14-15----14-15---------15--------------------------------------
----------------------------------------------------------------------

-----------------------------------------------------------------------
------------------------------------12----------12-13----------------
--12---------12-14-----12-14----12-14----------14------------------
-------14-15-------15-------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------

------------------------------12----------12-13-----12-13-15--------
-12-13-15--12-13-15------13-15----------15-------------------------
-----------------------------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------
-----------------------------------------------------------------------
Você também pode tocar de trás para frente.É bom tocar essa sequência como aquecimento dos dedos. Assegure-se de fazer um aquecimento antes de tocar uma longa "jam session". Faça o aquecimento com os exercícios acima, ou praticando escalas.
Estes exercícios podem trazer grandes benefícios se os mesmos forem praticados corretamente.

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2008/12/18

CIFRAS E ACORDES
A) Acorde:
É o conjunto de três ou mais sons ouvidos simultaneamente. No caso do acorde de Dó maior seria:
Dó – mi – sol
B) Acorde arpejado:
É quando as notas de um acorde são tocadas sucessivamente. No violão usa-se dizer, também, acorde dedilhado.
C) Cifras
Cifras são símbolos criados para representar o acorde de uma maneira prática. A cifra é composta de letras, números e símbolos. É o sistema predominantemente usado em músicas popular para qualquer instrumento. Em cifra os nomes lá, si, dó, ré, mi, fá e sol são substituídos pelas sete primeiras letras do alfabeto.
A – lá
B – Si
C – Dó
D – Ré
E – Mi
F – fá
G – sol
Os números e sinais usados na cifra representam os intervalos da escala, a partir da nota fundamental, em que são formados os acordes. Tomemos o exemplo do acorde C7 (#9). C quer dizer Dó. O número 7, o intervalo de sétima menor a partir da nota fundamental Dó. E o # ao lado do 9, a nona aumentada.
O que a cifra estabelece:
1) Tipo dos acordes (maior, menor, 7º da dominante, 7º diminuta, etc)
EX:
C = Dó –Mi – Sol
Cm = Dó – Mib – Sol
C7 = Dó – Mi – Sol – Sib
Cº = Dó – Mib – Solb - Sib

2008/12/16

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - ESCALAS EXÓTICAS
Escala Espanhola (T - 2m - 3M - 4J - 5J - 5#- 7m)
Exemplo em C(C C# E F G G# A#)
e----------------------------------------9-12-13-------
B--------------------------------9-11-13---------------
G------------------------9-10-12-----------------------
D----------------8-10-11-------------------------------
A--------8-10-11---------------------------------------
E-8-9-12-----------------------------------------------
Escala Persa (T - 2m - 3M - 4J - 4# - 5# - 7M)
Exemplo em C(C C# E F F# G# B)
e---------------------------------------9-12-13--------
B-------------------------------9-12-13----------------
G-----------------------9-10-11------------------------
D---------------9-10-11--------------------------------
A--------8-9-11----------------------------------------
E-8-9-12-----------------------------------------------
Escala Egipcia (T - 2M - 4J - 5J - 7m)
Exemplo em C(C D F G A#)
e-----------------------------------------8-10-13------
B---------------------------------8-11-13--------------
G-------------------------7-10-12----------------------
D-----------------8-10-12------------------------------
A---------8-10-13--------------------------------------
E-8-10-13----------------------------------------------
Bons estudos e até a próxima!!!
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2008/12/15

COMO LER E ESCREVER TABLATURAS (Parte 01)


TAB ou Tablatura é um método de escrever arranjos de música para violão,guitarra ou Baixo, usando símbolos, textos e números. Este método é simples e ideal para ser usado por alunos iniciantes. Contudo a Tablatura não deve ser comparada ou confundida com a Partitura que trás muito mais informações sobre a música e exige um conhecimento mais profundo para ser interpretada. A tablatura mostra as notas que devem ser tocadas nas devidas cordas e casas, também pode informar o tipo de afinação usada na música indicando uso de capotraste para alterar tom da afinação. A tablatura também pode mostrar alguns efeitos que são usados em solos ou em trechos de uma música como Slides, Bends e outros.

A tablatura é muito simples de ser interpretada, começamos com 6 linhas (ou 4 para Baixo) que correspondem as corda do instrumento. As cordas estão ordenadas da mais fina para a mais grossa, as letras no lado esquerdo indicam as notas dadas pelas cordas em sua devida afinação.

e----------------------------------------------------------------
B----------------------------------------------------------------
G----------------------------------------------------------------
D----------------------------------------------------------------
A----------------------------------------------------------------
E----------------------------------------------------------------

Números serão escritos nas linhas indicando a casa no braço do instrumento onde deve ser pressionada com a mão esquerda, note que a tablatura não indica com qual o dedo da mão esquerda que será usado para pressionar a corda.

e--------------------------------------------
B--------------------------------------------
G--------------------------------------------
D--------------------------------------------
A--------------------------------------------
E---0--1--2--3--4----------------------------


Execute o trecho acima, tocado uma nota de cada vez começando pelo número 0 que indica a corda solta, depois o 1 indica a primeira casa, depois o 2 indicando a segunda casa, e assim por diante.

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2008/12/14

COMO EVITAR PROBLEMAS COM O SEU INSTRUMENTO
Você que toca um instrumento musical ou pretende comprar um, deve dar muita atenção a ele. Até mais do que você pensa. Abaixo estão algumas dicas para que seu violão ou guitarra dure bastante tempo em suas mãos sem ter grandes problemas com o mesmo.
* Nunca deixe seu instrumento musical jogado em um canto qualquer de sua casa. Procure limpá-lo antes de guardar. Guarde de preferência em um case ou numa capa própria para o equipamento. Se você toca todos os dias, compre um apoio próprio para o seu instrumento, assim quando você acabar de tocar, limpe as cordas e coloque seu instrumento neste apoio. Se não tiver apoio, deixe o instrumento de cordas para baixo em uma superfície plana, ou se for encostado em uma parede, deixe as cordas viradas para a parede.
* Nunca deixe seu instrumento no sol, mais precisamente em ambiente que se encontra em altas temperaturas, com muito calor. O calor irá empenar o braço do instrumento.
* Nunca deixe seu instrumento na chuva (se deixar, nunca o seque no sol, como citado acima). A chuva ou até mesmo o sereno irá prejudicar as partes elétricas do instrumento e as cordas. Sabe-se que em regiões com muita umidade, há uma grande dificuldade de afinação.
* Mantenha seu instrumento sempre limpo e nunca deixe derramar nenhum liquido sobre ele.
* Use apenas uma flanela seca e limpa para limpar seu violão; nunca passe nele nenhum produto.
* Use cabos e conectores de qualidade, e nunca pise sobre eles. Ao enrolar os cabos para guardar, siga as formas de enrolamento que vieram quando novos.
* Nunca envolva seu pedal ou pedaleira com plástico, pois com ele, fica impossível a ventilação do equipamento.
* Verifique a voltagem do lugar que for tocar, pois caso esta seja maior do que o seu equipamento suporta este certamente será danificado.
* Tome muito cuidado ao transportar amplificadores valvulados, eles são extremamente sensíveis.
* Nunca coloque nenhum peso ou objeto em cima do violão.
* Nunca deixe seu violão cair ou bater em algum lugar. Quando for transportar tenha muito cuidado.
* Quando for trocar as cordas não tire todas as velhas e recoloque as novas, troque uma por uma.
* Se você comprar um violão que use cordas de nylon NUNCA coloque cordas de aço e vice-versa.

Daniel Neves
Publisher Violão PRO

2008/12/12

ESTRUTURAS DAS ESCALAS
Escalas são estruturas convencionais e arbitrárias, que diferem de época para época, de cultura para cultura. A escala básica da música ocidental é a diatônica, composta de uma sucessão de tons e semitons dispostos à maxima distância de um intervalo de segunda, como, por exemplo, do-ré, fá sustenido-sol, lá bemol-si, sol sustenido-lá, etc. A escala também pode ser cromática, quando a sucessão de dois ou mais sons se processa através do mesmo grau, havendo entre elas apenas a diferença da alteração, por exemplo: do-do sustenido, fá-fá sustenido, etc.
Na música ocidental além da escala diatônica e da cromática também usa-se a escala de tons inteiros e a pentatônica.

2008/12/11

APRENDA VIOLÃO E GUITARRA ON-LINE!
Aprenda a tocar Violão e Guitarra a distância, com módulos teóricos e práticos, Cds didáticos, Professor On-line, Carteira de Estudante e Certificado de Conclusão. Acesse http://www.artmaia.com e conheça todos os nossos cursos. Somos especializados no ensino musical a distância! Aproveite e faça o seu cadastro gratuito no CLUB ARTMAIA e participe de todas as nossas promoções, você pode ganhar muitos prêmios! Este Mês você poderá levar para casa um Violão Eletro-acústico da marca Eagle sem nenhum custo adicional! http://www.artmaia.com
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2008/12/10

CURSO PRÁTICO DE VIOLÃO - Raphael Maia
O novo livro de Raphael Maia "Curso Prático de Violão", lançamento 2008 já está a venda nas principais livrarias e bancas de revistas do Brasil.

2008/12/09

CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - O Básico da afinação
Este é um procedimento um pouco difícil para o principiante, mas é bom que você tente para ir se acostumando. Por favor não arrebente a corda do violão! O violão tem 6 acordas, a saber E B G D A E de baixo para cima. Dependendo de quanto a tarraxa estiver esticada essas cordas podem ter outro som que não os necessários, corda mais folgada som mais baixo e corda mais apertada som mais alto. O que você tem a fazer é esticar convenientemente essas cordas. Afrouxe a 6a corda (E mais grossa) e vá rodando a tarraxa, a corda não pode ficar folgada nem apertada demais. Se o violão já estava mais ou menos afinado deixa-a como está.Coloque um dos dedos na 5a casa da corda E. Afrouxe a tarraxa da corda A e vá apertando aos poucos .O som produzido deve ser igual ao da corda A, já que o E na 5a casa é um A. Repita o processo para a corda D e para a corda G.Faça o mesmo procedimento para a corda B, só que apertando na 4a casa ao invés da 5a, já que para fazer um B devemos apertar na 4a casa. Volte a apertar na 5a casa e afine a E mais fina. Quando estiver afinando repare que por causa de um fenômeno chamado ressonância, quando a corda de baixo estiver afinada a mesma vibrará sem você tocar nela! Toque a primeira corda, escute o som e depois toque a segunda. Ouça se é preciso apertar ou folgar a tarraxa. Com o tempo você perceberá as mínimas diferenças entre os sons. Por enquanto seu ouvido ainda não está acostumado e não existe uma fórmula mágica para fazer isso depressa, por isso não desista nem se encabule se você não conseguir uma afinação satisfatória.

2008/11/30


CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA PARA INICIANTES

(Apostilas, Cds, Dvd, Professor On-line e Certificado)
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2008/11/28

COMO ESTUDAR VIOLÃO E GUITARRA
Estudar música ou determinada técnica, requer atenção, concentração, paciência e regularidade! O que você acha que te deixaria em forma? Jogar futebol 5 horas seguidas no domingo ou três vezes por semana? Se você respondeu três vezes por semana, você acertou. Com a guitarra é a mesma coisa. Se você quer tocar alguma passagem, solo, ou base, que seja complexa, estude de forma lenta e gradativa. Caso seja um solo, divida-o em varias partes, ou estude-o por frases, até que as mesmas estejam soando da forma correta, pois a sonoridade é muito importante. Tocar o instrumento várias horas por dia, sem disciplina e objetivo, não trará resultado algum, por isso organize seu estudo. Reserve um horário do seu dia para estudar e depois do conteúdo estudado, se divirta com o instrumento. Existem várias formas de deixar o estudo dinâmico e interessante, motivando-nos a estudar com dedicação. Abaixo vão algumas dicas de como organizar seu estudo.
Como estudar?
Para se concentrar, um lugar que seja ventilado, tranqüilo e silencioso é essencial. Organize o conteúdo que você quer estudar (como no exemplo da tabela abaixo). *

Dia da semana: Segunda
Conteúdo Técnico: Palhetada (30 min.), Ligados (30 min.)Demais Itens de Estudo: Repertório (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Terça
Conteúdo Técnico: Vibratos (30 min.), Bends (30 min.)Demais Itens de Estudo: Interpretação (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Quarta
Conteúdo Técnico: Slides (30 min.), Tapping (30 min.)Demais Itens de Estudo: Leitura (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Quinta
Conteúdo Técnico: Sweep Picking (30 min.), Alavancadas (30 min.)Demais Itens de Estudo: Criação (30 min.), Audição (30 min.)
Dia da semana: Sexta
Conteúdo Técnico: String Skiping (30 min.), Harm Artificiais (30 min.)Demais Itens de Estudo: Repertório (30 min.), Audição (30 min.)
Sweep Picking: técnica que utiliza a palheta em uma única direção com a finalidade de produzir uma grande quantidade de notas rapidamente, ou facilitar a passagem de uma corda para outra.
String Skiping: é o salto de cordas, ou seja, ao invés de palhetar ou ligar as notas em cordas seguintes, pulamos a corda. Saltamos da corda si para a corda ré, por exemplo.
Harmônicos Artificiais: temos basicamente 2 tipos. Um é feito através do choque entre o dedo e a palheta sobre a corda, e o outro é conseguido através do toque sobre o traste correspondente a nota oitavada da qual você está tocando.
Repertório: pegue qualquer peça que tenha vontade de tocar e estude-a. Pode ser música, riff, solo, etc.
Interpretação: não importa o que você vai tocar e sim como vai 'interpretar', entendeu!
Criação: crie um riff, solo, exercício com o conteúdo estudado.
Se concentre naquilo que estiver estudando e sempre use um metrônomo, pois assim você tem um parâmetro para medir seu desenvolvimento. Certifique-se de que a sua coluna não esteja torta, que suas mãos estejam nas posições corretas e relaxe, com tensão os resultados não serão alcançados.
Tenha paciência! Aumente a dificuldade e depois passe para outro tópico da lista. Estude cada tópico de 15 a 30 minutos e depois mude, assim você fica menos entediado e cobre um conteúdo muito maior. E por último, estude com regularidade, assim você tocará muito melhor! Eu garanto!!
Obs.: a tabela acima é um roteiro de estudo de 2 horas diárias, que permite ao estudante se concentrar melhor em cada tópico/técnica especifico/a, trazendo resultados muito mais rápidos! Você não precisa seguir este modelo! Crie o seu próprio roteiro de estudo e faça o seu tempo render da forma que achar melhor, o importante é estudar com atenção e dedicação!!
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2008/11/21


CURSO DE VIOLÃO POPULAR
Tudo que você precisa saber para tocar Violão está nesse curso, que foi elaborado por professores altamente qualificados e com anos de experiência no ensino musical a distância!
Para maiores informações e matrículas acesse:
O VIOLÃO NO BRASIL

A VIOLA, instrumento de dez cordas ou 5 cordas duplas, precursor do violão e popularíssima em Portugal, foi introduzida no Brasil pelos jesuítas portugueses, que a utilizavam na catequese. Já no século XVII, referências são feitas á viola em São Paulo, uma delas colhida por Mário de Andrade: “Em 1688 surge uma certa viola avaliada em dois mil réis, preço enorme para o tempo.
E, caso curioso, esta guitarra pertenceu a um dos mais notáveis bandeirantes do século XVII: Sebastião Paes de Barros.”
Ainda na mesma obra, Mário de Andrade cita Cornélio Pires, para quem a viola é um dos instrumentos que acompanha as danças populares de São Paulo. A confusão entre a viola e violão começa em meados do século XIX, quando a viola é usada com uma afinação própria do violão, isto é, lá, ré, sol, si, mi.
A confusão no uso do termo viola/violão, continua nessa época como atesta Manuel Antônio de Almeida, autor da Memórias de um Sargento de Milícias (1854-55), quando se refere muitas vezes com terminologia da época do final da colônia, á viola em vez de violão ou guitarra sempre que trata de designar o instrumento urbano com o qual se acompanhava as modinhas.
A viola, hoje, tornou-se a viola-caipira, instrumento típico do interior do país, e o violão, depois de ter sua forma atual estabelecida no final do século XIX, tornou-se um instrumento essencialmente urbano no Brasil. O violão também tornou-se o instrumento favorito para o acompanhamento da voz, como no caso das modinhas, e, na música instrumental, juntamente com a flauta e o cavaquinho, formou a base do conjunto do choro.
Por ser usado basicamente na música popular e pelo povo, o violão adquiriu má fama, instrumento de boêmios, presente entre seresteiros, chorões, tornandos-se sinônimo de vagabundagem. Assim o violão foi considerado durante anos.
Os primeiros a cultivar o instrumento de uma maneira séria foram considerados verdadeiros heróis.
O engenheiro Clementino Lisboa foi o primeiro a se apresentar em público tocando violão, especialmente no Clube Mozart, o centro musical da elite carioca fin-de-siècle. Ainda algumas figuras proeminentes da sociedade carioca dedicaram-se ao instrumento na tentativa de reerguê-lo, tal é o caso do desembargador Itabaiana, do escritor Melo Morais e dos professores Ernani Figueiredo e Alfredo Imenes.
Um dos precursores do violão moderno no Brasil foi Joaquim Santos (1873-1935) ou Quincas Laranjeiras, fundador da revista O Violão em 1928, e que nos últimos anos de vida dedicou-se a ensinar o violão pelo método de Tárrega.
Uns anos antes, 1917, Augustin Barrios se apresenta em uma série de recitais no Rio de Janeiro, tocando o instrumento de uma forma nunca vista/ouvida antes. Segue-se a tournée de Josefina Robledo, que tendo permanecido aqui por algum tempo, estabelece os fundamentos da escola de Tárrega.
Dessa época destaca-se a agora reconhecida obra de João Teixeira Guimarães (1883-1947) ou João Pernambuco, sobre quem Villa-Lobos dizia, a respeito de suas obras: “Bach não teria vergonha de assiná-las como suas.”
Atualmente a obra de João Pernambuco é bem conhecida graças ao trabalho de Turíbio Santos e Henrique Pinto. Aníbal Augusto Sardinha (1915-1955), o Garoto, foi um dos precursores da bossa-nova. Atualmente as excelentes obras de Garoto ganharam vida nova, graças a Paulo Bellinati, que recuperou, editou e gravou boa parte de sua obra.
Mencionamos o samba-exaltação Lamentos do Morro, os choros Tristezas de um violão, Sinal dos Tempos, Jorge do Fusa e Enigma, e a Debussyana, entre tantas outras. Ainda na linha da música popular destacam-se Américo Jacomino (1916-1977), Nicanor Teixeira, e mais recentemente a figura de Egberto Gismonti com suas obras Central Guitare e Variations pour Guitare (1970), ambas de caráter experimental. Também Paulo Bellinati realiza excelente trabalho como compositor, obras como Jongo, Um Amor de Valsa e Valsa Brilhante já ganharam notoriedade.
O violão no Brasil passou a se desenvolver, principalmente, em dois grandes centros, Rio e São Paulo, de onde vem a maioria dos grandes violonistas brasileiros, que tiveram ou têm sua formação instrumental com os professores destas cidades.
Em São Paulo, o excepcional trabalho desenvolvido pelo violonista uruguaio Isaías Savio (1900-1977), que teve sua formação violonística com Miguel Llobet, resultou em uma das melhores escolas de violonistas da América do Sul. Depois de residir na Argentina, Savio radicou-se definitivamente no Brasil, primeiro no Rio, depois em São Paulo. Nesta cidade, onde desenvolveu a maior parte do seu trabalho, fundou a Associação Cultural Violonística Brasileira, e em 1947 tornou-se professor de violão do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, como fundador da cadeira de violão, a primeira do país.
Ainda em 1951, participou da fundação da Associação Cultural de Violão de São Paulo. Além desta intensa atividade, Savio se distinguiu pela composição de mais de 100 obras para o instrumento e cerca de 300 transcrições e revisões. Hoje em dia suas compilações de estudos ainda são usadas em muitas escolas por todo o país.
Entre os discípulos de Savio que mais se destacaram está Antonio Carlos Barbosa-Lima (1944), que aos 13 anos estreou como concertista e aos 14 gravou seu primeiro LP.
Barbosa-Lima é na atualidade um dos mais conceituados violonistas, tanto em concertos, como na edição, transcrição e comissão de novas obras para o instrumento. Basta dizer que a Sonata op. 47 de Alberto Ginastera foi por ele comissionada e a ele dedicada.
Henrique Pinto, também aluno de Savio, é reconhecidamente um dos mais importantes pedagogos do instrumento na atualidade. Além de desenvolver uma grande atividade como editor e revisor de obras para violão, Henrique é o responsável por uma geração dos melhores violonistas brasileiros. Entre estes estão: Angela Muner, Jácomo Bartoloni, Edelton Gloeden, Ewerton Gloeden e Paulo Porto Alegre. Ainda de São Paulo devemos citar a Manoel São Marcos e sua filha Maria Lívia São Marcos, radicada na Europa, e Pedro Cameron, também compositor de excelentes obras como Repentes, vencedora do 1º Concurso Brasileiro de Composição de Música Erudita para piano ou violão - 1978.
No Rio, destaca-se a figura de Antonio Rebelo (1902-1965), que também foi aluno de Savio quando da residência deste no Rio. Rebelo desenvolveu atividades como docente, impulsionando o violão na cena musical. Entre seus discípulos estão Jodacil Damasceno, Turíbio Santos, Sérgio e Eduardo Abreu. Jodacil Damasceno (1929), além dos estudos com Rebelo, estudou com Oscar Cáceres.
Turíbio Santos (1943), também estudou com estes dois mestres e com Julian Bream e Andrés Segóvia. Santos foi o primeiro brasileiro a vencer, em 1965, o Concurso Internacional de Violão da O.R.T.F., em Paris. Fez a primeira gravação integral dos doze Estudos de Villa-Lobos e participou da estréia mundial do Sexteto Místico, também de Villa-Lobos.
Turíbio é um dos maiores divulgadores da obra do grande compositor brasileiro e hoje dirije o Museu Villa-Lobos no Rio. Os irmãos Abreu, Sérgio (1948) e Eduardo (1949), desenvolveram uma das mais brilhantes carreiras de concertistas internacionais. Ambos estudaram com seu avô Antonio Rebelo e com Adolfina Raitzin de Távora.
Foram premiados, em 1967, no Concurso Internacional de Violão da O.R.T.F.. Realizaram inúmeras gravações na Inglaterra, e se destacaram como um dos melhores duos de violão de todos os tempos. Atualmente, Sérgio dedica-se á construção de violões. Ainda devemos mencionar outros violonistas cariocas como Léo Soares, Nicolas Barros, Marcelo Kayath, também premiado em Paris, e o brilhante Duo Assad, formado pelos irmãos Sérgio e Odair.
A música brasileira para violão tem se desenvolvido, praticamente, á sombra da excepcional, embora pequena, obra de Villa-Lobos, que continua sendo a mais conhecida nos meios violonísticos nacionais e internacionais. Alguns compositores tentaram reprisar o sucesso dos 12 estudos. Este é o caso de Francisco Mignone (1897-1986), que com sua série de 12 Estudos (1970), dedicados e gravados por Barbosa-Lima, não obteve o sucesso musical almejado.
Já o mineiro Carlos Alberto Pinto Fonseca (1943), compôs Seven Brazilian Etudes (1972), também dedicados a Barbosa-Lima, nos quais demonstra um nacionalismo e lirismo da mais pura escola nacionalista.
O compositor paulista Mozart Camargo Guarnieri (1907-1993), uma das figuras mais proeminentes da música brasileira escreveu pouco, mas bem, para violão. O Ponteio (1944), dedicada e estreada por Abel Carlevaro, a Valsa-Choro e os três pequenos Estudos, apresentam-se com uma linguagem mais livre da influência da obra violonística de Villa-Lobos.
Mais original quanto a sua linguagem musical é a obra de Radamés Gnatalli (1906-1988). A forte ligação de Gnatalli á música popular brasileira é claramente visível em várias de suas obras que misturam a música urbana carioca a uma refinada técnica e musicalidade.
Das suas obras para violão, destacam-se os vários concertos para violão e suíte Retratos para dois violões, Sonata para violoncelo e violão e a Sonatina para violão e cravo, além da inclusão do violão em várias obras para grupo instrumental de caráter regionalista. Edino Krieger (1928) compôs uma das mais importantes obras para o repertório dos últimos tempos. A Ritmata (1975), dedicada a Turíbio Santos, explora novos efeitos instrumentais e associa uma linguagem atonal a procedimentos técnicos utilizados por Villa-Lobos.
A obra de Almeida Prado (1943) Livro para seis cordas (1974) apresenta uma concepção musical originalíssima livre de qualquer influência violonística tradicional e que delineia bem o estilo deste compositor; esta obra ainda apresenta certas semelhanças com as Cartas Celestes (1974) para piano quanto á sua concepção sonora. Marlos Nobre (1939) tem na série Momentos a sua obra mais importante para violão. Escrita a pedido de Turíbio Santos e projetada para 12 números, os primeiros quatro foram escritos entre 1974 e 1982.
Ainda de Nobre destaca-se a Homenagem a Villa-Lobos e Prólogo e Toccata op. 65. Para dois violões, Marlos Nobre recriou 3 Ciclos Nordestinos dos originais para piano, ótimas obras miniaturas que utilizam motivos do folclore nordestino.
Ricardo Tacuchian (1939) escreveu Lúdica I (1981), dedicada a Turíbio Santos, em que apresenta uma linguagem contemporânea com toques de nacionalismo e efeitos sonoros os mais diversos.
A sua Lúdica II (1984), escrita em homenagem a Hans J. Koellreutter, é uma obra mais tradicional quanto á sua concepção sonora. Jorge Antunes (1942) escreveu Sighs (1976), na qual o autos requer uma afinação especial para o segundo movimento, uma invenção em torno da nota si.Lina Pires de Campos escreveu o excelente Ponteio e Toccatina (1978), obra premiada no 1º Concurso Brasileiro de Composição de Música Erudita para Piano ou Violão - 1978.
Deste mesmo evento surgiram novas obras, como o já mencionado repentes de Pedro Cameron, a Suíte Quadrada de Nestor de Holanda Cavalcanti e o ótima Verdades de Márcio Cortes.
Ainda cabe aqui mecionar a obra do boliviano, radicado e ligado a Curitiba e ao Brasil durante anos, Jaime Zenamon (1953), dono de uma excelente e prolífica produção para o instrumento que tem sido extremamente bem aceita nos meios violonísticos internacionais.
Entre suas obras destacam-se Reflexões 7, Demian, The Black Widow, Iguaçu para violão e orquestra, Reflexões 6 para violoncelo e violão, e a Sonatina Andina para dois violões.


Referências Bibliográficas: A Evolução do Violão na História da Múscica / autor : Eduardo Fleury Nogueira / 1991 / São Paulo. História do Violão / autor: Norton Dudeque / 1958 / Curitiba.

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2008/11/16

OS BENDS NA GUITARRA
Um bend consiste em empurrar uma corda para cima aumentando a tensão e conseqüentemente gerando uma nota mais aguda. Quanto mais empurrada for a corda maior será o efeito. Um número é usado para indicar o quanto a nota deve ser aumentada.
E----------------------------------
B------7b9------------------------
G---------------------------------
D---------------------------------
A----------------------------------
E-----------------------------------
No exemplo acima a corda (re) deve ser tocada no sétimo traste e empurrada para cima até que soe mais aguda como se estivesse apertada no nono traste (um tom acima). Note que o dedo do musico continuara na sétima casa. O bend pode também ser indicado entre parênteses como 7b(9).
E--------------------------------------
B------7b9--9r7-----------------------
G--------------------------------------
D---------------------------------------
A---------------------------------------
E---------------------------------------
No exemplo acima é indicado depois do bend inicial que ele deve ser soltado. O músico deve ferir a corda na sétima casa, fazer um bend de um tom inteiro (equivalente a subir duas casas), ferir novamente a corda e soltar o bend (de forma que a corda volte a sua posição e nota originais).
Outros exemplos: bends podem ser de meio tom (7r8, equivalente a uma casa), de um quarto de tom (7r7.5, equivalente a meia casa) e assim por diante. É comum não ser indicado o valor (7b por exemplo) e nestes casos é preciso ouvir a música para saber o valor do bend.

2008/11/14

PROMOÇÃO ARTMAIA - GANHE UM VIOLÃO ELETRO ACÚSTICO NO NATAL
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CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - Cifragem dos Acordes
Cifra é o termo mais comum da simbologia internacionalmente usada que representa a nomenclatura dos acordes. Esta simbologia é feita através de letras números e sinais.
O Processo de Cifragem dos Acordes
O processo de cifragem dos acordes é baseado nas letras maiúsculas que representa o nome das notas em inglês (A=Lá, B=Si, C=Dó, D=Ré, E=Mi, F=Fá e G=Sol), seguido de um complemento representado por sinais, letras ou números, que indica a estrutura do acorde como:
intervalos formado entre a nota fundamental e cada uma das outras notas e se o acorde é fundamental ou invertido.
A letra maiúcula inicial indica a nota fundamental, a partir de onde o acorde será construído, ou seja, a sua nota tônica, que também será a nota mais grave. Quando esta nota for alterada, o sinal de alteração deve aparecer logo ao seu lado direito (Ex.: A#, Bb).
O processo inicial de cifragem é baseado nas estruturas das tríades.
A letra maiúscula sozinha, ou seja, sem o complemento representa a tríade maior (T 3M 5j).
Ex.: A = Lá Maior
F# = Fá Sustenido Maior
A letra maiúscula seguida do complemento m (minúsculo), representa a tríade menor (T 3m 5j).
Ex.: Am = Lá Menor
Bbm = Si Bemol Menor
A Letra maiúscula seguida dos sinais dim ou °, representa a tríade diminuta (T 3m 5dim). Ex.: Cdim ou C° = Dó Diminuta
Dbdim ou Db° = Ré Bemol Diminuta
A Letra maiúscula seguida do sinal + , aum, ou #5, representa a tríade aumentada (T 3M #5).
Ex.: E+ ou Eaum ou E(#5) = Mi Aumentado
C#+ ou C#aum ou C#(#5) = Dó Sustenido Aumentado
Os exemplos que vimos acima representam as tríades em sua formação fundamental, ou seja, com a sua tônica no baixo. Para representarmos que a nota mais grave não será a tônica usamos colocar uma barra após a cifra do acorde e indicamos que nota será o baixo
do acorde.
Ex: C/E = Dó Maior com baixo em Mi
F#m/C# = Fá Sustenido Menor com baixo em Dó sustenido
G+/D# = Sol Aumentada com baixo em Ré Sustenido

Até a próxima!

2008/11/12


CAMPO HARMÔNICO
Sem dúvida este é um dos assuntos mais importantes para quem quer realmente se tornar músico, pois o campo harmônico nos dá a completa visão das possibilidades harmônicas que temos assim como toda a visualização de escalas, tornando assim o estudo puramente matemático e claro. Primeiramente temos que entender para quê serve o campo harmônico, qual sua finalidade.
campo harmônico traduz na verdade algo que nós sabemos por instinto, por exemplo, quando você esta compondo uma musica, instintivamente você tenta achar uma seqüência melódica que te agrade, e nas tentativas, é claro que as vezes tocamos seqüências de acordes que parecem não combinar entre si, isso se deve ao fato de que existe uma seqüência de acordes que se combinam, existe portanto uma seqüência melódica, por exemplo, seria a diferença de tocar em seqüência um acorde maior/ menor/ menor/ menor/ menor/ maior temos uma progressão, que quando tocada soa estranho, isso porque existe uma regra para combinação de acordes, isso não pode ser feito aleatoriamente, você terá um efeito horrível se você tocar uma seqüência :
Cm Dm Em Fm Gm Am Bm
Isso não pode ser feito, então o campo harmônico serve para nos mostrar a sequência de acordes que irá soar perfeitamente e aonde estariam as escalas para aplicação. Vendo o campo, perceba que ele é composto por 7 graus, a escala musical é composta por sete notas, portanto uma seqüência melódica de acordes está relacionado com a escala musical que é a base de tudo. Na segunda aula analisaremos como é o vínculo entre as escalas e os acordes.
Veja no campo harmônico a seqüência de acordes com suas respectivas sétimas:
Dm7 Em7 F7M G7 Am7 Bm7(b5)
Pois bem aqui temos o campo harmônico natural, ele servirá de base para criarmos os outros. Agora feito o primeiro campo temos uma definição sobre os graus.
I7M IIm7 IIIm7 IV7M V7 VIm7 VIIm7(b5)
Antes de seguir adiante vou explicar porque o sétimo grau é chamado de meio diminuto. A explicação básica do campo harmônico natural é que você tem uma seqüência de acordes que casam com as escalas, e que nenhum dos acordes e escalas nesse posicionamento tem sustenidos ou bemóis, pois bem faça um acorde de B, tanto faz ser maior ou menor, veja que notas fazem parte do acorde.... você irá achar o F#! Ele é a quinta justa de B!
Quinta justa seria o seguinte, quando você monta, por exemplo, o modelo maior ou menor da corda E ou A, existe um modelo para o acorde certo? Note que onde está o dedo 3 no acorde corresponde a quinta do acorde, a quinta justa então seria sempre onde está seu dedo 3, é chamado quinta justa porque a quinta de B é na verdade, vamos contar juntos B/C/D/E/F 1/2/3/4/5, é a nota F, mas montando um acorde, a quinta é F#, baseado que no campo harmônico natural não pode haver sustenidos, temos que tirar esse sustenido do acorde!
Temos dois modelos para esse grau o meio diminuto e o quinta aumentada, ora a quinta justa de B é F# ,a quinta aumentada é G! Tiramos o sustenido que não pode ter! Agora como faremos para entender e criar os outros campos?
Agora você sabe quais acordes se casam, mas veja bem, existe sempre as exceções, muitas musicas são criadas com 2 campos diferentes, ou até 3, mas agora tudo têm uma explicação lógica e matemática, 2 casos comuns é em uma determinada música, ela se progredir para um outro campo harmônico. Então o campo harmônico além de facilitar o seu trabalho de composição, já te mostra onde estão as escalas para solar, já lhe dá opções de acordes e facilita e muito para tirar músicas de ouvido, ache dois, três acordes e tente identificar em que campo está, você poderá tirar o resto vendo quais os acordes que fazem parte do campo, e para solos ficará muito mais fácil tirá-lo, sabendo onde estão as escalas.
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CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA - TÉCNICAS BÁSICAS
Aqui vai uma rápida explicação das técnicas mais comuns usadas ao se tocar guitarra e violão : bends, vibrato, hammer ons e pull-offs. Essas técnicas permitem variar o som de uma nota de várias maneiras.
Bends (dobrar a corda)
Dobrar uma nota te permite mudar o tom dela. Para qualquer nota "casada" dada, você pode aumentar o tom suavemente subindo para 3 ou 4 semitons (meio passo). O tipo de cordas e de guitarra afetará quão facilmente você poderá fazer esses dobrões largos, mas na maioria dos violões / guitarras ( acústicos ou elétricos) você estará apto a fazer um semitom duplo facilmente.
Um bend é realizado empurrando a corda em volta do pescoço depois de tocá-la. Vamos dizer que você queira tocar uma nota na 5a casa da corda E de cima, e então dobrá-la. Case a nota na 5a casa normalmente, toque a nota com a sua mão direita, então comece a empurrar a corda com seu dedo que está na casa por volta do pescoço até a corda E se mover em direção a corda B. (normalmente seu dedo das casas empurra direto para baixo do pescoço para casar a nota) - Agora, bem como pressionar para baixo, você precisa empurrar por volta do pescoço para dobrar a corda.
Quando você dobrar a nota, e a corda E estiver empurrada em direção á corda B, continue tocando a corda e você ouvirá o tom da nota crescer. Agora continue tocando enquanto você solta o bend, e deixe a corda E voltar calmamente para a sua posição normal. Agora você ouvirá o tom da nota cair.Uma outra técnica relacionada ao bend é onde você dobra a nota sem tocá-la. Apenas quando a nota estiver dobrada o bastante você toca a nota e solta o bend. Desse modo, você ouvirá o tom da nota cair logo após ter começado.
Isso é basicamente tudo o que há para dobrar e soltar notas. Com alguma prática, você aprenderá quanto precisa dobrar a corda para aumentar o tom da nota em 1, 2 ou 3 semitons. Julgar o tanto que você precisa dobrar a nota para aumentar o tom dela leva tempo, mas realmente faz a diferença entre um bend bom ou ruim, então aqui vai algo para você praticar. Tente os exercícios abaixo:
Exercícios
A idéia aqui é praticar dobrando a nota na 5a casa até que o tom final da nota dobrada se ligar com o tom de uma nota casada na 7a casa. Em outras palavras, você deve dobrar a nota em exatamente 2 semitons (meio passo).
Toque o exemplo da tablatura abaixo - Você deve alternar, tocando as notas casadas na 5a e então dobre 2 semitons. Tente pegar o tom da nota dobrada a ser o mesmo tom da nota na 7a casa. Toque as notas devagar:
b = bend, r = release bend (soltar o bend)
E ---5---7---5b7---5---7---5b7-------------
B -----------------------------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------
Agora, tente algo diferente. Ao invés de tocar a nota na 5a casa e a dobrar, dobre agora a nota sem tocá-la, e quando você tiver dobrado-a o tanto que você achar que está certo, toque a nota e solte o bend. Quando você tocar a nota pré-dobrada, ela deverá ter o mesmo tom que a nota na 7a casa.
Porque você não ouve o tom da nota quando você a dobra, esse é um exercício difícil, mas é mais prático.
E ---5---7---7r5---5---7---7r5---------
B -----------------------------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------

Vibrato (vibrar a corda)
Vibrato é o efeito onde o tom da nota é variado rapidamente, então ele aumenta e cai em um ciclo contínuo (por exemplo a voz de cantores de ópera). Para notas que estão sustentas você pode obter alguma expressão extra nela a vibrando. No violão, o efeito é alcançado ao se fazer uma série de bends e releases (dobrar e soltar a corda/ nota).
Vamos dizer que você esteja tocando uma nota na 5a casa da corda E de cima. Toque a nota e a dobre do modo normal (para cima). Agora a solte e deixe a corda voltar para a posição normal, agora dobre-a de novo, depois a solte de novo. Você precisa fazer uma série de DOBRAR-SOLTAR-DOBRAR-SOLTAR suavemente e razoavelmente rápido. O efeito que você deve obter é um tom de variação contínua.
É claro, a profundidade do vibrato (quanto a nota varia do seu valor normal) e a precisão do vibrato (a rapidez de mudança dos tons) podem variar ao dobrá-la cada vez mais, ou tocar o ciclo DOBRAR-SOLTAR mais rápido. Como um guia incompleto:
Profundidade do vibrato: dobre a nota em uma quantidade pequena (menos de um semitom) Precisão: tente fazer alguns ciclos (3-5) de DOBRAR-SOLTAR por segundo.
Hammer-ons
Essa técnica o permite tocar 2 ou mais notas, para cada nota que você acertar com a mão direita. Comece casando a nota na 5a casa da corda E de cima usando seu dedo indicador da mão esquerda. Toque a nota com a mão direita, então mova seu dedo anular da mão esquerda para a 7a casa em uma ação "batida". A idéia é mover para baixo o dedo sustenidamente no pescoço para que a nota na 7a casa seja ouvida. Então, você toca a nota mais uma vez, mas ouça as notas na 5a e 7a casa. O som é diferente do produzido pelas 2 notas - O hammer on dá uma rápida transição entre as 2 notas e as juntam.
Você pode tocar de uma só vez mais de 1 hammer on. Tente tocar uma nota na 5a casa, na corda E de cima, batendo o seu dedo do meio na 6a casa e depois batendo o seu dedo anelar na 7a casa. Você estará apto a ouvir todas as 3 notas claramente, mesmo quando somente a 1a nota foi tocada.
A técnica básica de hammer on é perfeitamente fácil, porém leva algum tempo para desenvolver uma boa coordenação entre a mão direita e a mão esquerda que são usadas para efeitos mais rápidos de hammer ons.
Pull-offs
Esse é quase o oposto de hammer ons. Comece com seu dedo indicador na 5a casa da corda E de cima, e seu dedo anelar na 7a casa da mesma corda. Toque a corda para ouvir a nota na 7a casa, então tire o seu dedo anelar da corda. Mantenha um pouco de pressão para baixo no braço com esse dedo, então quando você soltar a corda ela faz uma performance de um tipo de toque dela mesma, e você ouve a nota na 5a casa. Como hammer ons, você ouve 2 ou mais notas para cada uma que é tocada.
Exercícios
Uma vez que você usou as técnicas básicas de hammer ons e pull-offs, você estará apto a juntar uma seqüência inteira de hammer ons e pull-offs. Então o que você precisa é tocar a corda apenas uma vez com a mão direita - Todas as outras notas são sustentadas por ações de hammer ons e pull-offs. Tente o exemplo abaixo, que usa um hammer on na 7a casa, seguido de um pull-off para a 5a casa, daí outro hammer on para a 7a casa e assim por diante:
h = hammer on, p = pull-off
E ---5h7p5h7p5h7p5h7p5h7p5-----
B -----------------------------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------

Tente manter um mesmo ritmo e "altura de som" para todas as notas. Com prática, você estará apto a manter esse tipo de seqüência por um período quase indefinido.
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2008/11/10

GUITAR BASIC - CURSO DE VIOLÃO E GUITARRA EM CDS
APRENDA DEFINITIVAMENTE A TOCAR VIOLÃO E GUITARRA !
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O GUITAR BASIC é formado por 10 CDS Didáticos, Teóricos e Práticos, sendo 8 Cds de aulas, 1 Cd com 8 Livros digitais coloridos, em formato E-books ,que você poderá imprimir quantas vezes quiser, totalizando mais de 450 páginas de aulas teóricas e práticas, com ritmos, exercícios, testes, dicas, curiosidades etc..., e 1 Cd com diversos programas para você estudar e aprender com segurança. Além de tudo isso, adquirindo o GUITAR BASIC você conta com o suporte do PROFESSOR ON-LINE, para esclarecer todas as suas dúvidas, e também recebe uma senha exclusiva de acesso a nossa Área VIP, onde irá encontrar um grande material de apoio aos seus estudos como Vídeos, Songbooks, Músicas cifradas, Métodos etc...
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2008/11/05

AFINANDO A GUITARRA - AFINAÇÃO STANDART
Para afinar sua guitarra, você somente precisa ter uma das cordas afinadas, desde que você saiba qual é. Esta corda é conhecida como ponto de referência. Uma vez que se tenha uma corda afinada, afinar o resto é fácil. Existe várias maneiras de se encontrar o ponto de referência. Você pode seguir os seguintes métodos para afinar uma corda, ou todas as cordas.
Piano/Teclado: O teclado é uma excelente maneira de afinar a sua guitarra. Apenas afine as cordas, batendo com o som do teclado nas respectivas teclas.
Afinador Eletrônico: Permite que se afine a guitarra medindo a frequência da cada. Maneira muito fácil de afinar a Guitarra.
Diapasão de Apito: O afinador tem 6 apitos,um para cada corda da guitarra. Apenas afine a corda com o respectivo som do apito.
Diapasão de Garfo: Quando o afinador é percutido, ele emite a nota A na frequência de 440 hz. Simplesmente afine a nota na casa 5 com o diapasão.

Siga as instruções abaixo para afinar a sua guitarra, tendo a corda já afinada em E.
Passo1: Coloque o seu dedo na casa 5 da sexta corda e afine a quinta corda até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 2: Coloque o seu dedo na casa 5 da quinta corda e afine a corda 4 até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 3: Coloque o seu dedo na casa 5 da corda 4 e afine a corda 3 até os sons ficarem iguais na altura.
Passo 4: Coloque o seu dedo na casa 4 da corda 4 e afine a terceira corda até os sons baterem. Passo 5: Coloque o seu dedo na casa 5 da corda 2 e afine a primeira, até os sons baterem. Ficará assim: .
E ----------------------------------------0------------ 1
B -----------------------------0-------5--------------- 2
G ------------------0-------4-------------------------- 3
D -------0------5-------------------------------------- 4
A-----0------5----------------------------------------- 5
E------5------------------------------------------- --- 6
Então,sua guitarra estará afinada. Se você entendeu isso, você poderá afinar a sua guitarra a partir de qualquer ponto de referência. É sempre bom afinar a guitarra antes de começar a tocar. Ela fica desafinada muito fácil. Agora que você sabe como afinar a guitarra, poderemos estudar algumas afinações alternativas.

2008/10/26

CURSOS DE VIOLÃO E GUITARRA A DISTÂNCIA
Você quer aprender a tocar violão e Guitarra em pouco tempo de modo rápido e sem complicações, e saber tudo o que é preciso para se tornar uma fera nesses instrumentos musicais e ainda contar com o suporte do Professor On-line para esclarecer todas as suas dúvidas, mas não tem tempo de frequentar uma escola de música convencional? Se a sua resposta for afirmativa, você precisa conhecer o Grupo ArtMaia Music (www.artmaia.com) , que é especializada no ensino musical a distância. Com 12 anos de experiência formando talentos em todo o Brasil! Para conhecer nossos cursos acesse www.artmaiashop.com
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2008/09/14

A ARTE DE SOLAR
Ao contrário do que muitos pensam, solar exige muita técnica e um conhecimento profundo de escalas musicais, A maioria dos solos são compostos baseados em escalas musicais, fazendo as adaptações adequadas, por isso, nesta quero deixar a sua disposição as escalas mais conhecidas para lhe auxiliarem a melhor desenvolver um solo, e que além da guitarra é muito usado no violão e ainda pode ser feito no baixo, dependendo do modelo.
Obs.: A escala é executada da seguinte forma: De baixo do braço para cima. Da sexta corda para primeira. Ou seja, faça todas as notas de uma corda de cada vez, assim: faça todas as notas da Sexta corda, depois da Quinta e assim por diante! No sentido de baixo para cima e volte pelo mesmo caminho !
Obs.: Você não é obrigado a seguir rigorosamente a escala, pode também tocar somente as notas que lhe convém e até pular de uma corda para outra, conforme você achar melhor ! Existem técnicas que quando executadas nos dão uma similação de efeitos sonoros, que podem ser usados para dar mais brilho e vida na música, os mais conhecidos são:
LICK quando se tira 2 ou mais notas de uma única palhetada.
BEND quando se faz uma nota em uma casa e puxa uma nota um tom mais alto puxando a corda.
BEND INVERSO quando se faz uma nota em uma casa com a corda já puxada, depois você deixará de esticá-la.
TWO-HAND deixar o indicador pressionando uma casa e fazer um revezamento com o anular da mesma mão e o dedo médio da mão direita, esse método é usado na guitarra e no baixo. HARMÔNICO é executado nas 5a, 7a e 12a casas, encostando de leve o dedo na corda, nas casas já mencionadas.
SOLO é executado tocando apenas uma corda de cada vez, como na guitarra.
FEED BACK é um arranjo usado em guitarras, mas pode ser usado em alguns modelos de violão, segure a palheta de forma que quando você tocar o polegar direito toque de leve na corda para causar o efeito de grito!
SLIDE é feito a nota em uma casa e puxamos uma outra nota na mesma corda em uma casa diferente arrastando o dedo para cima.
SLIDE INVERSO é feito a nota em uma casa e puxamos uma outra nota na mesma corda em uma casa diferente arrastando o dedo para baixo.
LIGADO é feito em uma das cordas tocando uma nota qualquer, depois você irá tirar duas ou mais notas alternando os dedos sem palhetar o instrumento.

2008/09/06

A TÉCNICA DE HAMMER- ON NA GUITARRA
Um hammer-on consiste em martelar com um dedo da mão esquerda uma corda em um traste fazendo soar a nota sem o auxílio da mão direita.
E--------------------------------------------
B---------------------------------------------
G---------------------------------------------
D---------------------------------------------
A-----------5h7-------------5h7-----------
E---0--0------------0--0--------------------
No exemplo acima após ferir a sexta corda solta duas vezes o músico deverá ferir a quinta corda na quinta casa e imediata e vigorosamente apertar a mesma corda (quinta) duas casas a frente (sétimo traste), fazendo a corda soar apenas com a martelada e sem auxílio da mão direita. Depois repita a seqüência.

2008/09/05

GANHE UM VIOLÃO EAGLE ELETRO ACÚSTICO GRÁTIS!
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2008/09/01

A TÉCNICA DE SLIDE
Slide é a técnica em que uma nota é tocada e então seu dedo desliza até outra nota. Este é um exercício bem simples. Geralmente você verá na tablatura o símbolo "/" para um slide up (acima) e " \" para um slide down (abaixo).
Slide Up
Na corda A , pressione na casa 5 e então toque-a, então, sem remover o seu dedo, deslize até a casa 7. Não toque novamente.
E-----------------------------------------
B -----------------------------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A ------------5 / 7-----------------------
E -----------------------------------------
Lembre: Não remova o dedo do braço da guitarra(escala) quando estiver fazendo o sliding. Mantenha o dedo pressionado na escala da guitarra.
Slide Down
Na corda B , pressione na casa 5 e então toque.sem remover o dedo, deslize até a casa 3. Não toque novamente.
E -----------------------------------------
B ---------------5 \ 3--------------------
G -----------------------------------------
D -----------------------------------------
A -----------------------------------------
E -----------------------------------------
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2008/08/28

COMO ESTUDAR VIOLÃO E GUITARRA
Não vou dizer que a resposta é única e exata, mas posso dar alguns toques para que você mesmo possa encontrá-la.
Lembre-se sempre de que todo e qualquer contato que possa ter com o instrumento será válido, a intimidade que se ganha a cada dia é fundamental para um bom desenvolvimento.
Escolha um dia para dar uma geral em grande parte do que aprendeu. Como numa sequência, revise escalas, arpejos, acordes, padrões, etc...
Estude sempre com o metrônomo, para ter a segurança do tempo de forma linear, trabalhando intensidade, duração, dinâmica, etc... Dessa forma, será mais fácil avaliar a evolução no instrumento e, com isso, reconhecer os pontos que precisam ser fortalecidos.
Duração
Quando houver um novo assunto, deve ser dada uma maior atenção para ele. Meia hora por dia com concentração será mais rico e proveitoso do que duas ou três horas dispersas. Como e quanto será absorvido do assunto vai sempre variar de pessoa para pessoa, mas a questão é a forma como é feito o estudo. É interessante dizer que todos os bons músicos que conheço estudaram assistindo à televisão. Como esclarecer isso?
Outro ponto importante a citar é a história de que "fulano estuda oito horas por dia!" Esse tipo de estudo, de longa duração, deve ser muito bem organizado. O cuidado com o corpo humano, a nossa máquina, é de suma importância. A atividade repetitiva pode gerar lesões graves, como a tão famosa inflamação nos tendões (tendinite).
Portanto:
1) Alongamentos nos braços e nos dedos antes, durante e depois dos estudos, são essenciais para o condicionamento e, assim, para um melhor aproveitamento do tempo. Caso contrário, você terá de interromper o aprendizado por causa do cansaço. Lembre-se: você é um atleta dos braços e dos dedos.
2) Planejar é importante. Alterne seus objetivos: rapidez, agilidade, tudo o que se refere a solos (escalas, arpejos, técnicas em geral), parte harmônica (acordes), ritmo e teoria.
3) Ouça de tudo. Escute tudo aquilo que possa contribuir para a sua formação como músico. É uma das melhores coisas a se fazer! Com esses cuidados, você irá planejar seu tempo e criar um ritmo próprio de estudo.

2008/08/27


GUITAR BASIC - Curso de Violão e Guitarra em Cds

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2008/08/25

A ESCALA DE RÉ NATURAL
Vejamos a escala de D:
I___II__III__IV___V__V__VII__ VIII
D__E __F#__G___A__B__C# ___D
__1___1__1/2__1___1___1___1/2
Entre E e F existe apenas 1 semiton, já que E não possui sustenido, por isso foi necessário acrescentar um sustenido em F para que a nossa fórmula se cumpra, ou seja o intervalo deve ser de 1 tom entre o segundo e terceiro graus da escala natural, portanto no caso desta escala específica temos ( E F F#) entre o segundo e terceiro graus da escala. Entre o terceiro e quarto graus temos um intervalo de 1 semiton, (F# G). Entre o sexto e sétimo graus da escala temos um intervalo de 1 tom, por isto fomos obrigados a acrescentar um sustenido em C, assim temos (B C C#) entre o sexto e sétimo graus da escala de D. Entre o sétimo grau e o oitavo temos apenas um semiton, ou seja, (C# D). Nota-se que o primeiro e o oitavo graus são a mesma nota, a diferença entre elas dá-se na altura do som, o oitavo grau está uma oitava acima do primeiro grau portanto mais aguda. Descobrimos que a escala de D possui dois acidentes, um em F e outro em C e neste caso espcífico ambos são sustenidos. Com estas informações você será capaz de construir todas as escalas naturais dos respectivos tons, prossiga, como exercício construindo as escalas de E F G A e B (e não se esqueça, lê-se, mi fa sol lá e sí). Descubra por você mesmo quantos acidentes existem em cada tonalidade, quais são (se bemois ou sustenidos), etc. Lembre-se que os acidentes são característicos das suas respectivas tonalidades, pode-se reconhecer uma escala pelo seu número de acidentes e quais são. É importante frisar também que o primeiro grau é que dá nome a escala.

2008/08/18

AS GUITARRAS DE CORPO MACIÇO
Um problema básico era a adaptação de captadores eletronicos ao violão acústico. Se o volume do amplificador era muito alto, o som do alto-falante fazia o bojo da guitarra vibrar, criando um ruído de chiado, ou feedback. A solução foi aumentar a massa do corpo do instrumento para reduzir a vibração. Assim, nos anos 40 apareceram as primeiras guitarras elétricas de corpo maciço. Já rolou muita polêmica a respeito de quem produziu a primeira guitarra de corpo maciço. O guitarrista Les Paul criou sua própria guitarra Log, usando p braço de uma Gibson adaptado a uma peça maciça de pinho sobre o qual foram instalados os captadores e o bridge (cavalete das cordas). Paul tocou a Log em diversas gravações de sucesso. Outro pretendente dessa primazia é o engenheiro Paul Bigsby, que fez uma guitarra elétrica de corpo sólido para o guitarrista de country Merle Travis. A forma e a confecção dessa guitarra tiveram influência direta de Leo Fender, que depois se converteria no mais respeitado fabricante de guitarras elétricas de corpo maciço.
AS TRÊS GRANDES GUITARRAS
Em 1950, a empresa de Leo Fender, sediada na Califórnia, lançou a primeira guitarra elétrica de corpo maciço fabricada em massa: a Fender Broadcaster, que logo seria rebatizada de Telecaster. Em 1952 e Gibson lançava a Les Paul de corpo maciço. Essa guitarra tinha elementos em geral ligados à marca Gibson na linha arch top. Em 1954 a Fender lançava a legendária Stratocaster. Apesar de modificações periódicas e ocasionais, estas três guitarras populares são produzidas até hoje. Elas marcaram tanto a música dos últimos quarenta anos que quase todos os guitarristas importantes usaram pelo menos uma delas.
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2008/08/15


TRÍADES E CAMPO HARMÔNICO

Cada nota da escala funciona como a Fundamental de uma Tríade. Todas as Tríades da escala podem ser usadas para harmonizar qualquer melodia baseada nesta escala.

Vamos utilizar as Tríades da Escala de DÓ M,(campo harmônico)como padrão para todas as escalas maiores:

C- Dm- Em- F- G- Am- Bm(b5)

a sequência das tríades é:

M- m- m- M- M- m- m*

Ou seja:

1 Maior

2 menores

2 Maiores

2 menores* (* sendo o último acorde com b5(5a. diminuta)

Essa sequência é a mesma para toda Escala Maior

Tríades de DÓ Maior

I - C

II- Dm

III-Em

IV -F

V -G

VI -Am

VII-Bm(b5)

Tríades de SOL MAIOR

I - G

II- Am

III-Bm

IV -C

V -D

VI -Em

VII-F#m(b5)

Exercício de Fixação: Escrever as tríades formadas a partir de cada nota das escalas maiores. Não esquecer os acidentes! Lembram da ordem dos sustenidos FÁ, DÓ, SOL, RÉ, LÁ, MI, SI? Então o FÁ #(primeiro acidente) está na escala de SOL MAIOR Agora pegamos o FÁ# e o DÓ#( segundo acidente) a escala vai ser RÉ MAIOR .Com FÁ#, DÓ#, e SOL#(terceiro acidente) a escala vai ser LÁ MAIOR e assim por diante.